De Bruyne não esquece papel de Mourinho na sua saída do Chelsea...

Belga do Manchester City volta a recordar conversas que teve com o treinador português

• Foto: Reuters
O Chelsea pagou oito milhões de euros por Kevin de Bruyne em janeiro de 2012 e transferiu o médio para Wolfsburgo dois anos depois por 22 milhões, numa operação sancionada pelo treinador José Mourinho. Mas, de forma simplista, a diferença de 14 milhões a favor dos blues não se pode considerar lucro, tendo em conta que os alemães transferiram o futebolista no verão de 2015 por 74 milhões e que o valor de mercado deste continua a subir desde que está ao serviço do Manchester City.

O internacional belga recordou de novo os tempos que passou com Mourinho em Stamford Bridge e em entrevista ao jornal 'The Times' neste sábado, adiantou: "Disse apenas [a Mourinho], 'eu posso jogar - não tenho estatísticas? Em dois jogos, o que quer quer eu faça?' Tinha a sensação de que não iria jogar de todo. Mesmo se ele me disse que ia fazer mais jogos, de dois poderia aspirar a cinco no máximo. Sair foi uma boa decisão para mim."

"E para eles, no fim, foi também uma boa decisão. Venderam-me por bom dinheiro tendo em conta que não estava a jogar. Na Alemanha valorizei muito porque joguei e tive um bom ano [emprestado ao Werder Bremen]. Mas fui [depois] para o Wolfsburgo simplesmente porque queria jogar futebol. Odeio quando não posso [jogar e] dar o meu contributo [a equipa]", acrescentou o médio.

De Bruyne é um dos grandes protagonistas do excelente início de temporada por parte do Manchester City, diretamente envolvido em 13 golos em 18 jogos da equipa em todas as competições (quatro marcados e nove assistências).

Em 2015, referindo-se à venda do internacional belga, Mourinho, que é agora treinador do Manchester United justificou: "Em relação ao De Bruyne, se tens um jogador a bater à tua porta a chorar todos os dias dizendo que quer sair, tens de tomar uma decisão. Naquel altura, o Chelsea fez bem. Ele não estava pronto a jogar. Era um miúdo perturbado a treinar-se muito mal."
Por António Espanhol
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