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Antigo defesa esquerdo diz que a geração atual está bem diferente e fala ainda do que seria o 'secador' de Ferguson na atualidade
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Patrice Evra abordou este domingo, em entrevista ao 'The Telegraph', as diferenças da sua geração com a atual, considerando que os tempos são bem diferentes. E um dos exemplos passa por aquilo que os miúdos da formação faziam no seu tempo - como por exemplo limpar as chuteiras dos mais velhos -, algo que viam como uma prenda ou uma recompensa e que, se fosse agora, seria visto como... escravidão.
"Antigamente, os miúdos limpavam-nos as botas, mas era quase como uma prenda. 'Meu Deus, estou a limpar as botas do Ronaldo, Keane ou Giggsy [Ryan Giggs]'. Se o fizessem agora, as crianças se calhar diriam que estavam a ser escravizadas. Não é culpa delas, mas porque nós lhes damos tudo. É uma educação diferente, pais diferentes. Antes aprendíamos da forma mais difícil, da forma mais dura. E é aí que rendemos melhor. Se o Ferguson desse um 'secador' a alguns daqueles miúdos, não estou certo que muitos voltassem e aparecessem no treino no dia seguinte. Se os podemos culpar? Não. Porque é uma geração diferente. É a sociedade. É algo maior do que o futebol", disse, em entrevista ao 'The Telegraph'.
E sobre Ferguson, Evra recorda a forma como o lendário técnico o tratava. "O Ferguson, em frente de todos, virou-se e disse: 'rapazes, hoje é um jogo importante e se perdermos a culpa é do Patrice'. Olhámos todos uns para os outros e pensei 'bem, isto é muita pressão'. E o Ferguson ainda diz 'não me importa que o Messi seja o melhor do mundo, que seja. Se perdermos, se não conseguirmos controlar o Messi, vou culpar-te a ti'. Ele conhecia-me e sabia como lidar comigo. Eu sei quem sou. Conheço a minha educação. Sei onde cresci. Nunca quis que o Ferguson me dissesse 'muito bem, fizeste um bom jogo'. Queria que o Ferguson me matasse e dissesse 'falhaste aquele passe!' Porque eu queria ser perfeito", frisou o antigo defesa francês, de 44 anos.
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