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O duelo com o Tottenham surge poucos dias depois do empate surpreendente dos citizens em casa do Celtic
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Domingo, pelas 14.15, defrontam-se em White Hart Lane os dois primeiros colocados da Premier League e duas das equipas que jogam o futebol mais entusiasmante em Inglaterra. Um duelo entre Tottenham e Manchester City que colocará frente a frente dois técnicos que foram conquistando o seu espaço aos poucos: Mauricio Pochettino e Pep Guardiola. E se Guardiola é já senhor de um currículo recheado de conquistas, o mesmo não se pode dizer do argentino, que mesmo assim esta sexta-feira foi alvo de rasgados elogios por parte do seu adversário de domingo.
"Não me parece que seja um dos melhores treinadores em Inglaterra... Ele é um dos melhores treinadores do Mundo! Aprecio ver o Tottenham jogar. Não apenas este ano, mas também em 2015/16. Creio que está a fazer um trabalho fantástico em Londres. Gosto imenso da forma como jogam. É agressivo sem a bola e tem muita qualidade nos jogadores que tem à disposição", analisou o espanhol.
"São os segundos colocados. Será um jogo difícil, muito difícil e estou entusiasmado por visitar White Hart Lane pela primeira vez na minha vida também", admitiu Guardiola, que para o encontro de domingo não poderá contar com os lesionados Kevin De Bruyne, Vincent Kompany e Fabian Delph, assim como o castigado Nolito.
A lição dos católicos
O duelo com o Tottenham surge poucos dias depois do empate surpreendente dos citizens em casa do Celtic, a três golos, uma partida na qual o catalão encontrou vários pontos de análise.
"Aprendi que a Champions é muito exigente. Chegaram quatro vezes à nossa baliza e marcaram-nos três jogos. Os jogadores sabem o quão especial é a Champions e eu, pessoalmente, prefiro perder pontos na Premier League do que na Europa. É que na Champions é tudo mais curto e na Liga tens tempo para recuperar", explicou.
Fora das ideias do técnico está aquele conceito muito inglês do 'clean sheet' (baliza a zeros), até porque o City vai já em três jogos seguidos a sofrer. "Em Inglaterra as pessoas são muito interessadas pela estatística. Claro que é importante manter a baliza a zeros, mas é mais importante as vezes que lá chegam. O problema é quando te criam muitas oportunidades, como na segunda parte em Old Trafford, onde não marcaram nenhum golo. Obviamente, prefiro não sofrer...", concluiu.
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