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Avançado está na fase final da recuperação e está pronto para dificultar a vida aos rivais
Depois de José Mourinho ter admitido que o regresso de Zlatan Ibrahimovic à competição está próximo, o próprio avançado sueco - que não joga desde abril devido a uma grave lesão no joelho direito - demonstrou toda a sua determinação em declarações divulgadas pela Volvo, marca de automóveis sueca, na qual recorda os momentos complicados que viveu mas também a vontade em voltar ao seu melhor nível.
"A primeira coisa que disse a mim próprio foi que desistir não era uma opção. Cheguei tão longe e vou terminar segundo as minhas condições, não as ditadas por outros. Vai terminar quando quiser, da forma que eu quiser. Desde aí, tenho feito trabalho de recuperação. Estou determinado em regressar melhor e mais forte do que antes. É esse o meu objetivo e é isso que acontecerá. Não há outras opções", salientou o veterano futebolista, de 36 anos, numa entrevista conduzida por Jan Gradvall.
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E, bem ao seu estilo, Ibrahimovic lembrou as marcas que já deixou no futebol. "Quando decido fazer algo, nada me pode fazer mudar de ideias. Disse que ia dominar a Suécia. Ao pequeno-almoço, já tinha dominado a Suécia. Ao almoço, dominei a Europa. Ao jantar, já tinha dominado o mundo. Era o meu plano e foi exatamente o que aconteceu", referiu o atacante do Manchester United, que está na fase final da recuperação e, de acordo com a imprensa britânica, até pode ser opção diante do Newcastle, no sábado.
Sobre o momento em que se lesionou, num encontro a contar para a Liga Europa, o sueco lembrou as dificuldades por que passou. "Nunca me tinha magoado, mas senti e engoli a língua. Foi um sentimento estranho, que nunca tinha sentido antes. A minha cabeça começou a andar à roda. O que estava a acontecer. Tenho 35 anos, o que posso fazer? O que é que me espera no futuro? Em vez de me concentrar numa única coisa, como é normal, pensei em muitas coisas", recordou.
Mas, depois, tudo serviu para enfrentar o longo período de recuperação. "Tenho novas cicatrizes que podiam ser tatuagens, serão memórias para o resto da minha vida. Recordarei sempre o que aconteceu, o que passei e aquilo por que lutei. Lembro-me de andar de muletas e ficar na cama 12 horas por dia, de sentir-me paralisado, quando costumava jogar e fazer exercício todos os dias", revelou.
A camisola 10 como 'gatilho'
Na entrevista à Volvo, Ibrahimovic assumiu ainda o entusiasmo por poder voltar a jogar com a camisola 10 nas costas - na época passada alinhou com o número 9, pois Wayne Rooney era o dono do 10. "Para mim, o número 10 é a estrela. Aquele que faz a diferença, surge em destaque, ganha os jogos e é o líder. E vejo-me nessa posição. Mas não é algo que nos possam dar, mas algo que somos, é mesmo assim", frisou o avançado, que cedeu o 9 ao belga Romelu Lukaku, contratado no passado verão.
"Para ser honesto, para mim é como um gatilho no regresso desta lesão. Porque já usei o número 10 na seleção sueca e no PSG. Também a usaria no Inter, mas saí para o Barcelona. Queria-o no Milan mas fiquei com outro. No Ajax também não o tive. Sinto-me como um 10 e lutou pelo ele. Ficarei na história por usar sempre o 10", concluiu.
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