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Marcos Lopes, Francisco Júnior e Tiago Ilori são outros jogadores ligados a clubes ingleses...
A aposta feita em Cristiano Ronaldo, no ano de 2003, foi ganha pelo Manchester United e levou outras equipas inglesas, nos anos seguintes, a olharem, para o nosso futebol de outra forma. Seguiu-se a aposta em Nani, igualmente pelos red devils, assim como muitas outras. João Carlos Teixeira é o mais recente produto nacional a destacar-se por terras de sua majestade, num ano em que também se começa a mostrar Marcos Lopes.
Olhando para os últimos anos, são vários os casos de jovens portugueses que partem rumo à Premier League em busca do sucesso. Uns com sucesso... outros nem por isso. É precisamente o campo dos "fracassos" aquele que está bem mais composto...
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Dos 16 aos 23
Analisando todos os jogadores que em jovens foram para terras de Sua Majestade, o mais precoce foi Fábio Ferreira, que em 05/06, com 16 anos, trocou o Sporting pelo Chelsea. Sucesso? Pouco... Não chegou a jogar pelos blues e agora atua no futebol australiano, no Adelaide United.
Ainda na equipa londrina, são outros os casos de aposta falhada. Filipe Oliveira (02/03, com 19 anos), Nuno Morais (04/05, com 20 anos), Fábio Paim (08/09, com 20 anos) e Mesca (09/10, com 16 anos) foram outros aventureiros sem conseguir sucesso em Stamford Bridge. Aliás, na equipa que agora é comandada por José Mourinho apenas conseguiram ser bem sucedidos aqueles que chegaram já para lá dos 23. Paulo Ferreira (25), Ricardo Carvalho (26), Tiago (23), Maniche (25), Bosingwa (26), Deco (31) ou Raul Meireles (28).
Ainda em Londres, o Arsenal também não se pode gabar de conseguir lapidar da melhor forma o talento nacional. Rui Fonte (06/07, com 16 anos), Amaury Bischoff (08/09, com 21 anos) e Elton Monteiro (11/12, com 17 anos) são os exemplos de fracasso da equipa que curiosamente é conhecida por formar talentos para o futuro. Ainda por lá jogou Luís Boa Morte (97/98, com 20 anos) mas sem grande impacto.
A capital viu ainda Postiga chegar ao Tottenham com 21 anos... e partir com 22; Ricardo Batista assinar pelo Fulham com 17 e sair com 19 ou Orlando Sá com 23 e partir com a mesma idade.
Indústria da formação
Ao contrário de Londres, Manchester é uma cidade mais industrial e menos virada para os espaços noturnos. Talvez por isso venham dessa mesma região os exemplos de maior sucesso na formação de jogadores portugueses, especialmente no United. Conforme falámos acima, Cristiano Ronaldo é o maior exemplo, mas logo o seguiu o também Nani. Deixou o Sporting com 20 anos e por lá ainda continua, apesar dos rumores que dão conta de uma saída. Menos sorte, no entanto, acabaria por ter Bebé, que com 19 anos deixou o V. Guimarães e ainda não conseguiu convencer.
Depois, no City, Francisco Júnior e Marcos Lopes chegaram em 11/12, com 16 e 17 anos respetivamente, mas apenas o segundo conseguiu ganhar o seu espaço. O segundo está atualmente ligado ao Everton, mas emprestado ao Vitesse.
Curiosamente, o Everton também tem algum passado de jogadores nacionais, com Manuel Fernandes a ser o mais bem sucedido, mesmo que em Goodison Park não tenha convencido totalmente. Por lá passou duas vezes, ambas por empréstimo e nem às duas dezenas de jogos chegou. Depois houve ainda João Silva, que deixou o Aves para nem um jogo fazer com a camisola azul.
Ora é precisamente na cidade dos Beatles que surge a nova promessa portuguesa. Com estreia a 12 de fevereiro, diante do Fulham, João Carlos Teixeira foi lançado às feras com 82' e deu boa conta de si. Dois remates, várias iniciativas de qualidade e elogios públicos do capitão Steven Gerrard. Chegado ao Liverpool com 18 anos, depois de impressionar na NextGen Series, o jovem precisou de dois anos para se estrear. Teve mais sorte do que Ilori, que em agosto trocou o Sporting pelos reds e agora está emprestado ao Granada, depois de seis meses sem jogar.
JOVENS PORTUGUESES EM INGLATERRA
Balanço:
Clube mais vendeu: Sporting (10)
Clube que mais jogadores recebeu: Chelsea (4) e Arsenal (4)
*) sem jogos pela equipa principal
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