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"Quero ser feliz, quero trabalhar num lugar alegre e aqui o ambiente é muito bom. A coisa mais importante é o trabalho diário."
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Bruno Lage revelou estar a gostar da experiência de treinar o Wolverhampton neste que é um regresso a Inglaterra, onde já foi treinador-adjunto de Carlos Carvalhal. O treinador que começou a carreira de treinador principal no Seixal, no Benfica B, lembrou esse período da sua vida e o que projeto para o que aí vem.
"Quando estive a primeira vez em Inglaterra, tive uma experiência fantástica com o Carlos [Carvalhal]. Pensei que estava com 43 anos, o meu filho [Jaime] tem três nos e eu falhei os aniversários todos dele, todas as festas. Por isso, talvez fosse para casa, relaxar e juntar o meu staff para o futuro, para quando me tornasse treinador. Seis meses depois, recebi uma chamada para ir para a primeira equipa... E aqui estamos nós outra vez [em Inglaterra], no Wolves, longe de casa, longe dos miúdos. Não tenho planos para a minha vida. Quero ser feliz, quero trabalhar num lugar alegre e aqui o ambiente é muito bom. A coisa mais importante é o trabalho diário. Se não acordar de manhã, para ir a algum lugar e tiver os jogadores para treinar, é um dia desastroso para mim", explicou em entrevista ao 'The Times'.
Bruno Lage, agora com 45 anos, frisou ainda que as "ambições pelo Wolves são simples". "Quero para o Wolves aquilo que quero para a minha carreira, que é ser melhor dia após dia. Construímos o nosso próprio caminho, o meu e o do Wolves, com coisas sólidas", sustentou Lage.
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