Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Citizens castigados por dois anos das provas da UEFA, por violação das regras de fair-play financeiro
Seguir Autor:
O Manchester City, clube dos portugueses Bernardo Silva e João Cancelo, recorreu da suspensão por dois anos das provas da UEFA, por violação das regras de 'fair-play' financeiro, anunciou esta quarta-feira o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).
"Não se pode adiantar, neste momento, quando é que será tomada uma decisão final sobre este processo", refere, em comunicado, o TAS, indicando que o Manchester City interpôs recurso na segunda-feira à noite, dentro do limite do prazo.
Relacionadas
Por esclarecer está se o Manchester City, que foi igualmente punido com uma multa de 30 milhões de euros, irá pedir consentimento à UEFA para uma audiência pública no TAS ou se será tentado um acordo extrajudicial entre ambas as partes para ultrapassar a situação.
A UEFA considerou o Manchester City culpado de "violações graves" das regras de monitoramento financeiro, de prestar testemunhos falsos sobre rendimentos de patrocinadores e de não cooperar com uma investigação iniciada há quase um ano.
A investigação arrancou de forma oficial em março de 2019 e teve por base uma série de documentos publicados pelo Football Leaks, por parte do português Rui Pinto, entretanto detido em Portugal e a aguardar julgamento, divulgados pela revista alemã Der Spiegel em novembro de 2018.
Entre os documentos e correspondência eletrónica estavam provas de como o dono dos 'citizens', Mansour Bin Zayed Al Nahyan, da família no poder em Abu Dhabi, financiava grande parte do acordo anual de patrocínio com a companhia aérea Etihad.
Segundo um dos 'e-mails', apenas oito milhões viriam diretamente da Etihad na temporada de 2015/16, uma das abrangidas pela investigação, com o resto a chegar do Abu Dhabi United Group, a empresa que detém o City, o que constitui uma forma de 'fugir' às regras implementadas sobre o máximo que um dono pode investir na equipa, camuflando-as de receitas com patrocínios.
As leis de 'fair-play' financeiro foram introduzidas pela UEFA em 2011 para restringir os gastos com salários de jogadores e a quantidade de dinheiro que os donos dos clubes europeus podem investir para esconder as despesas e gastos, impedindo os emblemas de registar despesas demasiado elevadas para as receitas que registarem.
O clube está excluído de jogar nas provas da UEFA nas próximas duas temporadas e a punição não afeta a atual campanha da Manchester City na Liga dos Campeões, em que a equipa inglesa defronta hoje o Real Madrid, em Espanha, na primeira mão dos oitavos de final.
Este é o segundo processo de 'fair-play' financeiro a envolver os bicampeões ingleses, que em 2014 foram multados em 60 milhões de euros.
Acompanhe todas as incidências do encontro das meias-finais da Taça de Inglaterra
Informação foi avançada por Nicolò Schira, jornalista especializado no mercado de transferências
Atacante egípcio ovacionado em Anfield aquando da substituição
Treinador luso advoga que o West Ham tem de continuar a lutar e a acreditar
A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Para assinalar os 52 anos do "dia inicial inteiro e limpo", Record desafiou Pacheco Pereira e Francisco Geraldes para uma conversa sobre liberdade, política e desporto antes e depois da Revolução