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Administração não considera sensato investir forte em janeiro mas promete dinheiro no verão
O jornal 'The Sun' dá conta de um relacionamento tenso entre José Mourinho e a administração do Manchester United, que pretende renovar contrato com o treinador e terá sido colocada perante o que é um ultimato: o português só se comprometerá até 2021 se a política de transferências se alterar.
A notícia coloca em destaque o descontentamento de Mourinho com a gestão feita pelo vice-presidente executivo Ed Woodward, que não estará disposto a contratar os futebolistas pretendidos pelo técnico já em janeiro, os quais representam investimento que ascende a 80 milhões de libras (90,23 milhões de euros).
Ao contrário de outras notícias sobre estes alegados problemas de relacionamento profissional algo conturbado, o artigo do 'The Sun' dá conta que Mourinho entende que deve ter mais influência nas contratações no que toca à escolha e aos valores a pagar pelos reforços - é público que o treinador português pretende que a administração gaste mais de forma a que o clube possa competir com o rival Manchester City.
E Mourinho indicou vários futebolistas que pretende de imediato: para a defesa, os esquerdinos Danny Rose (Tottenham), Ryan Sessegnon (Fulham) ou Kieran Tierney (Celtic), mais o polivalente Fabinho (Monaco); para o ataque, os extremos Thomas Lemar (Monaco) e Malcom (Bordéus). A resposta de Woodward não foi positiva.
O gestor inglês fez saber ao treinador que não é sensato investir forte nesta abertura do mercado, sobretudo quando o Manchester City já está tão distanciado na liderança da Premier League. Por outro lado, quer contratações que representem bons investimentos no que toca a idade e potencial de valorização para eventuais futuras vendas. No verão, prometeu, será diferente e haverá dinheiro para investir forte.
O diário inglês acrescenta que as negociações para a renovação de contrato de Mourinho estão bem encaminhadas, envolvendo um aumento de três milhões de libras (3,4 milhões de euros) por ano, que colocará o salário do treinador nos 17 milhões de libras (19,2 milhões de euros). Mas para isso, o Manchster United terá de fazer também alterações na política de contratações, dando mais autoridade ao português.
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