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Apenas superou os números atuais em 2005/06, quando fez o pleno de vitórias...
Se há uma palavra que caracteriza esta segunda vida de Mourinho no Chelsea, essa é: feliz. Aliás, prontamente adoptou a alcunha de “Happy One” neste regresso a Stamford Bridge, tal como há 10 anos, quando foi contratado pela primeira vez pelos blues, surpreendeu o Mundo ao afirmar: “Eu sou o ‘Special One’”.
Este início de campeonato em Inglaterra comprova que o português não perdeu o dom especial. E nem o episódio do empurrão de Wenger, uma das suas vítimas preferidas – sete vitórias e cinco empates em 12 confrontos com o francês –, foi suficiente para lhe tirar o sorriso da cara. Diante do Arsenal, Mourinho somou o sexto triunfo nesta edição da Premier League, chegando aos 19 pontos. Melhor registo na carreira só o conseguiu em 2005/06, quando fez o pleno à 7.ª jornada, também ao comando dos londrinos.
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Até ao momento, apenas o Manchester City, campeão em título, conseguiu dar um descontentamento a Mourinho, com o empate (1-1) na 5.ª jornada. E é à equipa de Pellegrini, outro dos seus ódios de estimação desde os tempos de Madrid, que o português quer provocar um dissabor no final da época.
À segunda é de vez
Se reconquistar a Premier League – troféu já alcançado em 2004/05, pondo fim a um jejum de 50 anos dos blues, e em 2005/06 –, o “Happy One” reforça a tese de que as suas segundas épocas são as melhores. Foi no segundo ano no Porto que juntou ao título nacional a vitória na Champions; foi no segundo ano no Inter que ganhou a Serie A, a Taça de Itália e a Liga dos Campeões e foi no segundo ano em Madrid que se sagrou campeão de Espanha, terminando com a hegemonia do Barcelona de Guardiola, outro “querido inimigo”.
“Estamos longe da perfeição”, avisou, recentemente, Mourinho, mas os resultados do Chelsea mostram como passa o senhor contente.
O SENHOR INFELIZ
“Em Wenger nós confiamos pela milésima vez”. A frase foi exibida num cartaz por um adepto do Arsenal no confronto da época passada em Stamford Bridge, que o Chelsea venceu por 6-0. Uma tarde de pesadelo para o francês que naquele dia fazia o jogo 1.000 ao comando dos gunners. Para além de confirmar o seu registo negativo diante de Mourinho, o resultado mostrou a tendência para a infelicidade que Wenger demonstra nos duelos com o denominado “top-4” de Inglaterra
Nas últimas três épocas, o técnico francês só conseguiu festejar diante do Liverpool na Premier League (ambas no Emirates). De resto, nunca ganhou aos rivais de Manchester, nem ao Chelsea. São apenas duas vitórias em 18 jogos com os outros quatro grandes de Inglaterra. Um registo pobre e que só reforça o sentimento de Mourinho. “Ele é um especialista em fracassos. Se eu estivesse oito anos no Chelsea sem ganhar nada, abandonava Londres e nunca mais voltava.”
Sem castigo
Segundo a imprensa inglesa é pouco provável que Wenger seja punido por causa do empurrão a Mourinho, durante o dérbi londrino. A intervenção do árbitro Martin Atkinson, ao avisar os dois treinadores que não toleraria mais comportamentos do género, será suficiente para a federação inglesa não abrir um procedimento disciplinar ao francês. Wenger, recorde-se, não se mostrou arrependido: “Acredito que me vão dar lições de moral nas próximas semanas e passo bem com isso. Vocês iriam perceber se eu quisesse de facto empurrar Mourinho.”
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