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Guarda-redes do Wolverhampton e da Seleção admite que será difícil acabar com o velho hábito
A proibição das cuspidelas nos treinos e nos jogos é uma das medidas de prevenção a adotar pelo futebol no regresso das competições, até porque o novo coronavírus transmite-se pela saliva. Mas não será fácil acabar com o velho hábito, conforme contou Rui Patrício durante um direto com o humorista Bruno Nogueira, no Instagram.
"É impossível treinar e jogar sem cuspir. Ainda hoje fui treinar, estava frio e pus-me a pensar que era impossível não cuspir. Está frio, andas com a ranhoca… é impossível não deitar fora", explicou o guarda-redes do Wolverhampton e da Seleção Nacional.
Os condicionalismos nos treinos em Inglaterra são muitos, à semelhança do que acontece em outros países por estes dias. "Levo a bola de casa. Vou equipado e depois meto a roupa a lavar quando volto", sublinhou, acrescentando ainda que o treinador de guarda-redes "não pode tocar na bola".
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