Rui Patrício salvou Wolves

Com o Stoke (0-0), Nuno utilizou seis portugueses. Jovem Pedro Gonçalves destacou-se na 2.ª parte

• Foto: Getty Images

Duas defesas decisivas, uma delas verdadeiramente espetacular, aos 63 minutos, fizeram de Rui Patrício a grande figura do Wolverhampton no jogo de ontem, ao fim da tarde, com o Stoke City. O guarda-redes da Seleção Nacional foi, assim, o principal responsável pelo 0-0 no jogo de ontem, no qual o jovem Pedro Gonçalves também esteve em evidência, com um passe milimétrico para a cabeça de Danny Batth, na marcação de um livre – o defesa inglês atirou ao lado, em excelente posição para abrir o marcador. De referir que a equipa mais portuguesa da Liga inglesa elevou para três o número de jogos consecutivos em que terminou sem qualquer golo – já fora assim com os alemães do Bochum e frente aos espanhóis do Betis.

Com os portugueses Rúben Neves, Hélder Costa e Diogo Jota no onze titular, distinção que Raúl Jiménez também teve, o Wolverhampton criou uma grande oportunidade no primeiro tempo, num lance em que apenas faltou o toque final do mexicano. De qualquer modo, o equilíbrio foi a nota dominante nessa altura do embate. Aos 32 minutos, Nuno fez sair Diogo Jota para a entrada de Ivan Cavaleiro e, ao intervalo, recorreu a Rui Patrício e Pedro Gonçalves para o segundo tempo.

Foi o sétimo jogo da equipa comandada por Nuno Espírito Santo desde o início dos trabalhos. Nos seis primeiros, os lobos ganharam aos suíços do Basileia (2-1) e do Young Boys (4-0), e empataram com os também suíços do Neuchâtel (1-1), seguindo-se Ajax (1-1), Bochum (0-0, 4-5 nos penáltis) e Betis (0-0). E dos nove golos apontados até ao momento, quatro foram assinados por portugueses: Diogo Jota, Ivan Cavaleiro, Hélder Costa e Rúben Neves.

Por Rui Dias
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