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Karren Brady deixa críticas à postura da associação de futebolistas
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Um dos temas do momento em Inglaterra passa pelos cortes salariais propostos aos jogadores de futebol, um assunto que tem dado pano para mangas e que tarda em encontrar consenso. Depois da recomendação dos clubes, este sábado os jogadores, através da sua associação (PFA), não pareceram muito agradados, com várias mensagens de reprovação, entre as quais a de Danny Rose, defesa do Newcastle.
Ora, a reação não agradou também a quem manda nos clubes, com Karren Brady, vicepresidente do West Ham, a colocar em causa a postura da PFA. "Não há receitas de bilheteira, não há venda de bilhetes para a próxima época, não há vendas de artigos, pois tanto as lojas físicas como online estão fechadas, já que não são vistas essenciais. Sem data para recomeçar o campeonato, vamos ter consequências financeiras severas. Isto sem esquecer que a maior parte das verbas de direitos televisivos vai para pagar os salários dos jogadores, por isso parece-me incrível que a PFA não entenda...", começou por escrever, na sua crónica semanal no 'The Sun'.
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"Parecem estar a sugerir que o dinheiro dos cortes salariais vai para os bolsos dos donos, algo que é totalmente ridículo. Aplaudo o Andros Townsend por estar contra as pessoas que acham os jogadores como vilões, mas também estou contra a alegação da PFA de que um corte salarial servirá apenas os interesses dos acionistas dos clubes. A PFA pode entender que as suas responsabilidades se limitam aos jogadores, mas não é bem assim, pois devem bastante também à estrutura da modalidade. Ninguém quer falar de cortes salariais, porque ninguém que estar nessa posição. Estamos perante uma pandemia global e uma situação muito séria. Sem qualquer receita, e sem jogos a acontecer, como vamos garantir a sobrevivência do negócio?", questionou.
"E, acreditem, a não ser que seja feito um corte salarial, ou então vários clubes vão à falência. Esta não é uma boa fase para ninguém e ninguém imune de ser afetado. Desejava que houvesse outra saída, mas sem receitas e jogos não há... Vou aceitar o mesmo corte salarial que eles, já que estamos todos juntos nisto", finalizou.
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