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Treinador português recorda passagem por Inglaterra numa entrevista ao 'Telegraph'
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André Villas-Boas recordou numa entrevista ao jornal 'Telegraph' a sua passagem pelo futebol inglês, explicando que a época que viveu no Chelsea dava um livro. Sobre o Tottenham, fala num amor não correspondido.
"O Chelsea... foi algo que aconteceu a muita gente que passou por lá. Às vezes pode-se ter a sorte de ganhar um troféu e deixar uma marca, eu não tive tanta sorte", explicou o treinador português, que liderou os blues em 2011/12.
"Falhámos o negócio do Modric no início da época. Sem Modric também não houve Moutinho. O João Moutinho chegou à Premier League anos e anos depois de eu o querer para o Chelsea e para o Tottenham, toda a gente já viu o jogador que ele é. Essa recusa dele [de Roman Abramovich] foi um erro que não se pode apontar a um treinador. O Roman achou que tinha o negócio do Modric feito e ele acabou no Real Madrid na época seguinte", acrescentou.
Mas os problemas não ficaram por aqui... "O Falcão era outro que era suposto vir; o Drogba não decidia se ficava ou se saía em janeiro; queriam o Tevez, mas depois já não queriam... Há muitas coisas sobre aquela época que mereciam uma daquelas autobiografias que em Londres chegavam a n.º 1..."
Seguiu-se o Tottenham: "Na segunda época fiquei pelo meu amor pelo futebol, tinha uma proposta do PSG em cima da mesa. O Daniel Levy [presidente dos spurs] queria vender-me por 15 milhões de libras, mas o PSG não queria pagar isso. Houve muitas coisas que não foram corretas por parte do PSG, particularmente pela forma como foi feita a aproximação, e decidi ficar, pelo meu amor ao Tottenham. Mas acho que estavam à espera que eu saísse e isso foi o início de uma má relação nessa época. Mesmo assim começámos bem em termos desportivos. Naquela altura não estávamos felizes uns com os outros: eu fiquei por amor ao clube e o Tottenham queria-me fora."
Seguiram-se passagens pelo Zenit, Shanghai SIPG e Marselha. "Quando deixei o Marselha a minha ideia era pegar numa seleção e estar no Qatar. Houve a aproximação por parte de uma equipa, mas não chegámos a acordo, não em termos financeiros, mas sobre o projeto."
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