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Técnico do Arsenal explicou ainda por que não foram ultrapassados limites com o português
Na véspera da sua última visita a Old Trafford como treinador do Arsenal, Arsène Wenger - que deixará o clube no final da época após 22 anos no comando técnico - admitiu a relação difícil com José Mourinho mas garantiu que não foram ultrapassados limites, em boa parte graças ao entendimento que cada um tem acerca do sofrimento de ambos nesta profissão.
"É semelhante ao que acontecia com Ferguson: uma relação tensa, como acontece sempre que se luta pelos mesmos objetivos, mas no geral com respeito. Às vezes, nas conferências as declarações são tiradas do contexto e depois as pessoas atingidas ficam chateadas. É muito difícil manter a calma mas com o passar do tempo o respeito prevalece sempre. Sabem porquê? Porque todos sofremos desgostos, desilusões e todos sabemos do nosso sofrimento. E há sempre repeito pelas pessoas que sofrem, a não ser que não sejas um ser humano. Há empatia pelas pessoas que têm o mesmo trabalho que tu", afirmou o técnico francês à 'Soccer Saturday'.
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