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Diretor-desportivo dos gunners diz que há dinheiro para Rooney e muito mais...
“Se Arsène [Wenger] quiser adquirir grandes nomes, fá-lo-emos. Este ano começamos a ver o que planeávamos há algum tempo, a escalada do nosso poder financeiro.” As palavras de Ivan Gazidis, diretor-desportivo do Arsenal, são claras: os gunners, ao fim de vários anos obrigados a ter de libertar as suas maiores pérolas (Nasri, Fàbregas ou Van Persie foram claros exemplos), têm agora 200 milhões de euros para fazer o maior investimento dos últimos anos no plantel principal e alvos é o que não faltam ao treinador Arsène Wenger.
Os nomes de Gonzalo Higuaín (Real Madrid) e Wayne Rooney (Man. United) são os mais desejados para construir um ataque de luxo e nem o salário das novas estrelas desejadas assusta. “Vinte milhões de euros na compra, mais 200 mil euros por semana a Rooney? Claro que podemos dar. Isso e muito mais”, afirmou Ivan Gazidis quando anunciou a verba disponível para atacar o mercado de transferências.
A verdade é que nem os adeptos do futebol em geral e muito menos os do Arsenal estão habituados a este tipo de investimento, mas os alvos vão sendo identificados e as reuniões sucedem-se. Arsène Wenger encontrou-se em Paris, no sábado, com Jorge Higuaín, pai e agente do avançado do Real para tentar ganhar vantagem na corrida pela contratação também desejada pela Juventus.
Além de Higuaín ou Rooney, o Arsenal quer fechar a contratação de Ilkay Gündogan (B. Dortmund) esta semana e tem Lars Bender (B. Leverkusen) como alternativa ao médio dos vice-campeões europeus.
As prioridades são estas mas nomes como Gaitán (Benfica), Wanyama (Celtic), Júlio César (QPR), Fellaini (Everton) e até o regresso de Fàbregas (Barcelona) também estão no radar dos gunners, que querem construir um plantel experiente para alcançar o que foge há 8 épocas consecutivas: títulos. O último foi a Taça de Inglaterra em 2004/05 e, daí para cá, o maior investimento foi feito em 2011/12, com 65 milhões de euros gastos, ainda assim, menos 135 do que estão disponíveis agora. O Arsenal pretende ser rápido nas negociações até porque dinheiro não é problema – encaixou 300 milhões e quer gastar dois terços do valor.
Progresso
A razão para o salto financeiro do Arsenal deve-se em grande parte ao novo acordo de patrocínio assinado com a Emirates Airlines em novembro de 2012, que pagou 176 milhões de euros aos gunners. Esse valor, adicionado ao recebido pelas vendas de Nasri, e Fàbregas Van Persie e ao patrocínio da Puma permitiu ao clube crescer. “É o progresso significativo dos últimos dois anos. Agora somos capazes de competir a um nível igual ao do Bayern”, disse Gazidis. A lista de compras de Wenger impressiona.
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