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Ouvir adversários a celebrar o triunfo é duro, defende o treinador francês
O treinador do Arsenal, Arsène Wenger, manifestou compreensão pela reação do homólogo José Mourinho aos cânticos provocatórios entoados no interior do balneário do Manchester City, depois do triunfo sobre o Manchester United em Old Trafford (2-1), no domingo.
"São coisas que resultam da intesidade dos jogos e às vezes podem descontrolar-se. Aconteceu connosco. mas, felizmente, damos 100 por cento no relvado e depois somos anjos. Mas nem sempre é assim", começou por dizer o francês que não mantém com Mourinho o melhor dos relacionamentos, à margem da conferência de imprensa de lançamento do jogo entre os gunners e o West Ham (quarta-feira).
"Não sei o que aconteceu realmente. Mas é difícil aceitar por completo as celebrações dos adversários. É uma experiência um bocado ofensiva. É por isso que admiro o sumo no Japão, pois o vencedor não mostra a sua felicidade por respeito pelo adversário. Isso é algo que podemos imitar? Não me parece. Não faz parte da nossa cultura", acrescentou o treinador francês.
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