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Técnico português perdeu todos os 15 jogos frente ao catalão e fala em oportunidade para mudar a história
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Após um período complicado em que sofreu quatro derrotas seguidas, o Fulham de Marco Silva venceu três dos últimos quatro jogos na Premier League e chega ao duelo desta terça-feira com o Man. City depois de duas vitórias consecutivas. Motivos mais do que suficientes para o técnico luso abordar o reencontro com Pep Guardiola com otimismo redobrado. O catalão é o treinador que o português mais vezes defrontou na carreira e não tem boas recordações: perdeu todos os 15 duelos, os 13 mais recentes já com o rival no City – nos dois primeiros, em 2015, Marco Silva estava no Olympiacos e Pep comandava ainda o Bayern.
“Vai ser muito importante. O City é sempre muito forte. É um jogo difícil para nós, mas as duas vitórias seguidas dão-nos confiança. É verdade que já faz muito tempo desde que conseguimos um bom resultado contra eles. Sob as luzes de Craven Cottage é sempre especial, esperemos que possamos mudar [a história] a nosso favor”, afirmou o português, de 48 anos, que assinalou o jogo 200 ao comando do Fulham com o triunfo no terreno do Tottenham. “As minhas últimas palavras aos jogadores foi sobre o nosso registo recente com o City e como esta é uma oportunidade para mudarmos isso”, frisou Marco Silva, voltando a salientar a importância de reforçar a equipa em janeiro.
Pep telegráfico mas elogia rival
O City chega ao duelo com o Fulham num período complicado. A equipa até voltou às vitórias no sábado (3-2 ao Leeds), depois de duas derrotas, sendo que tembém perdeu nas duas últimas deslocações para a Premier League, com o Newcastle e o Aston Villa. E Pep Guardiola deixou bem evidente que o espírito não é o melhor na conferência de imprensa desta terça-feira, que durou... dois minutos! Com respostas telegráficas, confirmou que Rodri continua de fora e que tem “muitas preocupações”. E só se estendeu ao falar do rival.
“O Marco está lá há muitos anos. Sempre foram jogos muito difíceis. A organização deles é excecional. A cada ano, tenho a sensação de que com a bola eles ficam cada vez melhores. Vi vários jogos deles ontem e hoje - contra o Chelsea, contra o Arsenal, contra o Sunderland. É sempre muito difícil para o adversário penetrar na defesa deles”, salientou o treinador do Manchester City.
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