Wayne Rooney é um nome que não passa indiferente a quem é apaixonado pelo futebol. Lenda do Manchester United e da seleção inglesa, o antigo avançado aproveitou uma conversa descontraída com Rio Ferdinand, ex-companheiro de equipa nos Red Devils e na seleção dos Três Leões, para recordar os problemas que teve com o álcool no início da carreira, assumindo que se não fosse Colleen, a sua companheira, que muito provavelmente a esta altura já não estaria vivo.
"Sinceramente, acredito que se não fosse ela, eu já estaria morto. A Coleen é incrível. É complicado porque somos dois miúdos de Croxteth e crescemos juntos e, obviamente, começámos a namorar, casámos e tivemos filhos. Mas quando eu tinha 17 anos, ela percebeu, ela conhecia-me e sabia que eu era um pouco excêntrico. Eu adorava futebol, era obcecado por futebol, mas também adorava sair à noite. Ela percebeu isso muito cedo e controlou isso. Bem, não controlou, mas ajudou-me a controlar isso", começou por contar o antigo goleador, o segundo melhor marcador da história da seleção inglesa - agora atrás de Harry Kane nessa lista -, continuando: "É a melhor pessoa que já conheci. Cometi erros no passado, que estão bem documentados e tudo mais, mas às vezes sou um pouco diferente e ela mantém-me nesse caminho e tem-no feito há mais de 20 anos."
Em declarações no podcast 'Rio Ferdinand Presents', Wayne Rooney revelou que atravessou um período em que "bebia até desmaiar". "Enfrentei muitos desafios diferentes, tanto dentro como fora do campo, e a minha refúgio era o álcool. Quando tinha cerca de 20 anos, passava alguns dias em casa, sem sair, e bebia até desmaiar. Não queria estar perto de pessoas porque, às vezes, sentia-me envergonhado e, outras vezes, sentia que tinha desapontado as pessoas. Não sabia como lidar com isso, então escolhia o álcool para tentar ajudar-me a superar essa fase", recordou.
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