Carrick confessa o sofrimento que sentia ao vestir a camisola da seleção inglesa

Médio sentia-se deprimido e pediu para não voltar a ser convocado

• Foto: Reuters
Michael Carrick, médio do Manchester United que já anunciou a sua retirada do futebol no final da época, concedeu uma entrevista à BBC onde confessa que jogar pela seleção o fazia ficar deprimido.

"Não me importava de ir fazer a pré-época com o United durante três semanas e voltar, mas ir com a Inglaterra era quase deprimente de certa forma. Fazia-me ficar mesmo em baixo, por isso cheguei a um ponto, depois do Mundial da África do Sul (2010), em que pensei 'não posso fazer isto novamente'", confessou.

Michael Carrick explicou ainda que houve momentos mesmo complicados. "As pessoas deveriam estar a dizer 'recompõe-te e fica grato por isso [representar a seleção]' e eu entendo a posição priveligiada em que estava, mas achava tão difícil e não conseguia lidar mais com isso", continuou.

"Eu estava provavelmente no limite. Sim, estava deprimido de tempos em tempos. Eu disse à federação inglesa: 'por favor não me convoquem'", acrescentou.

Carrick não se retirou da seleção após o Mundial da África do Sul, tendo feito o seu último jogo pela formação dos 'três leões' em 2015. Contabilizou até ao momento 33 internacionalizações.
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