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O "caso pontual" do jogador do Man. United "não configura" uma "manifestação racista ou discriminatória", que querem "condenar sempre"
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A Confederação de Futebol Sul-americana (Conmebol) manifestou-se esta terça-feira solidária com o internacional uruguaio Edinson Cavani (Manchester United), suspenso por três jogos pela Federação Inglesa de futebol (FA) por racismo.
O avançado de 33 anos foi punido por ter escrito "gracias negrito" ('obrigado, negrinho', em tradução livre) numa publicação no Twitter, após ter recebido elogios de um amigo pelos dois golos marcados ao Southampton (3-2), em 29 de novembro de 2020.
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Segundo a Conmebol, a FA "claramente não considera as características culturais e o uso de certos termos na fala quotidiana do Uruguai", pode ler-se num comunicado divulgado por aquela confederação.
O "contexto" das declarações e as "peculiaridades culturais de cada jogador e país" devem ser tidas em conta, defendem, referindo que o "caso pontual" de Cavani "não configura" uma "manifestação racista ou discriminatória", que querem "condenar sempre".
A posição da Conmebol segue-se a uma posição crítica tomada tanto pelo Sindicato dos Futebolistas Uruguaios (AFU) como pela Academia de Letras do Uruguai, que consideraram a decisão discriminatória e "ignorante".
Nem Cavani, que pediu desculpa, nem o Manchester United apelaram da decisão, por quererem respeitar os esforços do futebol inglês contra o racismo, com o jogador a pagar ainda uma multa de mais de 111 mil euros e a ter de marcar presença numa ação de formação educacional.
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