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Diogo Dalot admite que a equipa tem demonstrado evolução muito positiva nos EUA
O Manchester United acabou a época passada na mó de baixo, mas esta pré-época parece estar a mudar o ambiente no seio do conjunto comandado por Ruben Amorim. Os red devils têm demonstrado uma evolução muito positiva, com vitórias convincentes sobre o West Ham (2-1) e o Bournemouth (4-1) nos EUA, depois do nulo com o Leeds, ainda com a equipa a meio gás. Este domingo é o jogo de despedida da digressão americana, frente ao Everton, e a mudança de espírito é evidente.
“Há outra conexão entre os jogadores. Penso que estamos a tentar criar um grupo em que todos lutam uns pelos outros. É claro que ainda nos falta um longo caminho mas apontamos à perfeição, ainda que ela nunca exista. Acho que já se veem sinais de uma equipa que está a lutar mais, a ter mais intensidade”, lembrou Diogo Dalot na sequência da goleada ao Bournemouth.
O lateral português, que enverga agora o número 2 dos red devils, destacou ainda o papel de Ruben Amorim. “Como treinador, ele é muito bom a extrair o melhor de cada jogador. É muito claro na mensagem que passa: ou queres fazer parte da equipa ou não podes estar aqui. O grupo que começou a pré-época é aquele em que ele acredita. Claro que temos jogadores novos a entrar, o que é sempre ótimo. Estamos muito contentes com a forma como as coisas estão a correr mas não nos vamos deixar deslumbrar pelos resultados; deve apenas servir-nos de motivação para continuar”, frisou.
Dalot não esquece Jota
Com a época prestes a arrancar, Diogo Dalot lembrou também a ausência de Diogo Jota, falecido há um mês. “Não acho que haja palavras para descrever quando uma tragédia assim acontece. Senti que toda a gente a sentiu, mesmo quem não o conhecia pessoalmente. Sempre que entro em campo, vejo camisolas com o seu nome e penso que ele será lembrado para sempre. Penso que ele o merece”, referiu, acrescentando: “Era um exemplo para mim, porque eu gosto sempre de ver o comportamento de um jogador quando joga ou não. Ele era sempre aquele tipo que pensava e colocava a equipa em primeiro. Por isso, irei sempre lembrar-me dele assim. Ele podia ter jogado por qualquer equipa.”
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