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Sean Dyche diz que, se pudesse, trocava a equipa toda ao intervalo
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O Wrexham provocou uma das maiores surpresas deste início de ano no futebol inglês, ao afastar o Nottingham Forest para avançar na Taça de Inglaterra. Após a partida, claramente irritado com o que acabara de ver, o técnico Sean Dyche não poupou nas palavras e falou de uma atuação absolutamente inaceitável. Especialmente na primeira metade.
"A primeira parte foi completamente inaceitável. Fiz questão de dizê-lo aos jogadores, e há certos indivíduos que sabem perfeitamente que o disse; eles têm de se olhar ao espelho nessa vertente. Mas, pela estranheza do futebol, achei que os jogadores que entraram na segunda parte foram exemplares, e passámos a parecer uma equipa de Premier League. Os golos do Callum [Hudson-Odoi] foram brilhantes e colocaram-nos de novo no jogo. Depois, os penáltis, são uma lotaria. Criámos chances suficientes para ganhar, mas não o conseguimos. Não podes ter aquela primeira parte, simplesmente inaceitável para mim", apontou o técnico.
Continuando no tom de crítica, Dyche deixou claro que este encontro lhe permitiu perceber que, afinal, vinha tomando as decisões certas. "Todos os jogadores me vieram bater à porta a dizer 'por que não estou a jogar?', bem, aqui está a resposta. Para alguns, não para todos. É assim o futebol. Tens de treinar bem sempre e estar pronto, porque quando o teu dia chegar tens de estar preparado. E muitos não estavam naquela primeira parte. Tenho de dar mérito aos rapazes na segunda parte; eles serviram de catalisador e deram vida a alguns de nós, inclusive a mim próprio, e da segunda parte em diante achei que estivemos ao nível que se espera de nós. Mas no futebol não se pode dar um avanço destes às outras equipas. Mérito deles, não lhes estou a tirar o mérito, de todo. Os penáltis são uma situação difícil e nós sabemos disso, parabéns a eles por terem seguido em frente. Mas, do nosso ponto de vista, a primeira parte foi absolutamente inaceitável."
A sensação de fúria ao intervalo foi tal que o técnico assume que se pudesse... mudava tudo. "Tê-los-ia tirado a todos, incluindo a mim próprio, provavelmente. Reparem, o ritmo e a mentalidade para assumir o jogo estiveram terrivelmente ausentes na primeira parte. Foi lento, metódico... e nós trabalhámos muito isso com eles. Não houve intenção nem desejo de fazer a diferença. Na segunda parte, após as substituições, achei que estiveram fantásticos."
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