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A máscara que Son Heung-min, avançado do Tottenham, passou a usar depois da fratura que sofreu num jogo da Liga dos Campeões frente ao Marselha já se tornou numa imagem de marca do sul-coreano - e até já passou a ser utilizada pelos adeptos - mas, segundo o próprio confessou ao 'The Standard', é algo que o atrapalha, fazendo até com que não veja a bola em diversas ocasiões.
"Claro que não é a mesma coisa quando jogo sem a máscara. A minha visão ainda é razoável, mas quando a bola vem na minha direção, às vezes [a máscara] atrapalha porque não consigo ver a bola. Não é algo que me chateia, mas não é ideal", começou por explicar.
E prosseguiu: "Contra o Aston Villa [derrota por 0-2] fiquei muito frustrado. Recebia a bola e de repente perdia-a porque não conseguia vê-la. Estava com raiva. Se fosse por mim, claro que jogava sem máscara. Mas os meus pais, a minha família e amigos que estão na Coreia do Sul ficam preocupados. Claro que se alguém me voltar a acertar [na cara] é um risco".
Son assumiu, no entanto, que o departamento médico do Tottenham lhe recomendou a utilizar a máscara, uma vez que foi operado há menos de sete semanas. "É claro que os meus pais estão preocupados. Depois do jogo com o Aston Villa, os fisioterapeutas e médicos disseram-me: 'A decisão é tua, mas recomendamos que a uses'. O risco ainda é alto, só passaram sete semanas desde a operação", rematou.