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Zoe Cristofoli conta que foi agredida com "pontapés, murros e bofetadas na cara" e esteve 20 dias de cama
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Zoe Cristofoli, a mulher de Theo Hernández, deixou uma longa publicação nas redes sociais onde recordou o assalto de que foi vítima em outubro do ano passado, e pediu que as autoridades italianas façam algo sobre o assunto.
O cantor italiano Roby Facchinetti foi assaltado em sua casa recentemente, o que fez a mulher do defesa direito francês do Milan contar o que lhe aconteceu, num dia que certamente não irá esquecer. Com Theo Hernández em estágio, Zoe Cristofoli, o filho, a ama da criança e o cozinheiro foram surpreendidos por quatro homens, que roubaram vários objetos valiosos, ameaçando os todos presentes com uma arma de fogo.
"Mais uma vez, a mesma história. Passaram-se meses e não há novidades. Acordo e todos os dias ouço notícias idênticas. A mesma dinâmica, os mesmos gangs, os mesmos animais... Trabalhas uma vida toda, compras as coisas com cuidado e depois vêm a tua casa quando estás a jantar ou quando estás a sair pelo portão...", escreveu Zoe Cristofoli, sem esconder a revolta.
"Eles batem e assustam-te de morte, eles tocam no teu filho, eles roubam tudo o que tens... eles levam a tua vontade, a tua serenidade na vida. Pois bem, hoje vou falar", garantiu a modelo italiana.
"Estou cansada de viver num país cheio de casos destes, de situações deste género. Podemos viver assim? Na esperança que alguém faça alguma coisa? Enquanto isso esta gente vive no nosso país livremente. Porque posso assegurar, eles falam italiano melhor do que eu mas não eram italianos (falaram depois noutra língua). Por isso, pergunto-me a quem devo pedir por justiça? E não estou a falar daquilo que eles levaram, não quero saber disso... Mas não há um pouco de justiça?", questionou.
Zoe Cristofoli recordou o perigo por que passou juntamente com a família: "Naquela noite tive uma arma apontada à minha cabeça... Não sei contabilizar as pancadas que levei... os pontapés, os murros e as bofetadas na cara. Tentaram sufocar-me com as mãos... O meu filho foi-me tirado dos braços... Puxaram-me o cabelo, três homens contra mim", acrescentou a modelo, frisando que esteve depois "20 dias de cama".
"Para alguma coisa acontecer é preciso morrer alguém?", atirou, prosseguindo: "Estrangeiros a viver e trabalhar cá, asseguro-vos, a falar italiano também. Sabem termos que nem nós usamos. E não fazem um c... para nos proteger! Justiça. Não para mim, mas para todos os italianos que têm de viver com medo, mesmo para descer a rua. Porque pode aparecer alguém e tirar-te a mala das mãos. O teu relógio. O dinheiro do multibanco. Os sacos da loja onde fizeste compras, talvez com o teu magro salário depois de pagares uma avalancha de impostos..."
A concluir deixou uma garantia: "A raiva persegue-me todos os dias e não desejo isto a ninguém, nem à família daqueles animais."
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