Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Mino Raiola revela ainda outro tipo de ameaças contra o jogador, como a possibilidade de ficar uma época sem jogar
Seguir Autor:
Mino Raiola acusa o AC Milan de ter ameaçado Gianluigi Donnarumma e a família do guarda-redes, forçando-o a prolongar um contrato que, aparentemente, só era do agrado do emblema milanês. O agente do jovem guardião assegura mesmo que a decisão de abandonar o clube foi a consequência de uma espécie de 'bullying' prepretada pelos responsáveis italianos ao longo de todo o processo.
"A situação tornou-se muito violenta e hostil. Não havia outra solução. Tomámos uma decisão que não queríamos tomar e que nada teve a ver com dinheiro. A família de Donnarumma foi ameaçada, com a possibilidade dele não jogar mais e ameaçada de morte", garante o empresário ítalo-holandês, insistindo na tese de que a questão financeira nem chegou a ser abordada.
Relacionadas
"Nunca chegámos a falar sobre dinheiro ou cláusulas de rescisão, porque não estávamos autorizados a chegar tão longe nem a pensar no que era melhor para o Gígio. Esses são aspetos de que se fala quando as negociações estão 95 por cento concluídas", explica Mino Raiola, à Sky Sports Italia, responsabilizando o AC Milan e o seu diretor desportivo pela interrupção das conversas.
"Ele estava pronto para assinar um novo contrato, não havia dúvidas na sua mente. Mas, eles forçaram-nos a abandonar as negociações, por causa do ambiente criado em seu redor. Eu assumo a responsabilidade. Eles forçaram-nos. Foi o AC Milan que perdeu Donnarumma", dispara o superagente, em resposta ao gesto de alguns adeptos que, no final do Itália-Dinamarca, do Campeonato da Europa de sub-21, atiraram com notas de dólar, falsas, para cima do ainda guarda-redes milanês.
Quanto ao futuro, Mino Raiola garante que o fim das negociações nada tem a ver com uma eventual transferência para um grande colosso do futebol europeu e recorda que, caso quissessem ter contratado Gianluigi Donnarumma sem custos, poderiam tê-lo feito antes deste chegar à equipa sénior.
"Não falei com nenhum clube grande, não temos nenhum acordo com nenhuma outra equipa. Já havia ofertas da Juventus, do Real Madrid e de grandes clubes quando ele tinha 14 anos. Se ele quisesse ir, teria saído antes", lembra o empresário, admitindo ter má relação com o diretor desportivo 'rossonero', Massimiliano Mirabelli, mas garantindo não querer entrar em rota de colisão com o AC Milan.
"Não tenho problema com Fassone nem a intenção de travar uma guerra com Milan, mas nestas circunstâncias, não vejo como a situação pode ser resolvida. Disseram-nos para tomar uma decisão até 13 de junho. Foi o que fizemos", assume, concluindo no mesmo comprimento de onda: "O que fizeram anda perto de 'bullying', se ainda não o for. Não tolerarei esse comportamento."
Francisco Conceição foi titular no triunfo (2-0) bianconeri
Rossoneri ficam com os mesmos pontos do Nápoles, mas têm vantagem no confronto direto
Defesa do Sporting agrada aos rossoneri, especialmente pelo que fez na Champions
Gigante de Milão tem 12 pontos de vantagem quando já só há 15 por disputar
Triunfo tranquilo por 4-0 frente ao Al Wasl de Rui Vitória
Holandeses e italianos ficaram sem representantes nas provas europeias
Juiz português envolto em polémica na sequência de um lance com um ex-Benfica, no duelo entre Estrasburgo e Mainz
Rui Costa protagonizara momento naquele espaço antes do início do dérbi entre Sporting e Benfica