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Turma romana perdeu em campo, mas se tivesse ganho iria ser eliminada na secretaria
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Não bastasse a derrota por 4-2 diante do Spezia que ditou o afastamento da Taça de Itália, a Roma viu-se esta terça-feira envolvida num verdadeiro erro de amadores, ao realizar mais uma substituição do que as que são permitidas. Ao todo, diante do Spezia, os romanos fizeram seis trocas ao longo da partida, quatro no tempo regulamentar e outras duas no prolongamento.
A situação foi naturalmente tema de conversa na conferência de imprensa de Paulo Fonseca, mas o técnico não se alongou em comentários. "Se há um problema, temos de o discutir internamente", atirou o português, visivelmente insatisfeito essencialmente pela derrota que ditou o adeus à prova rainha do futebol italiana. Ainda assim, cometido o tal erro das substituições, de pouco valeria à Roma ter ganho no relvado, pois iria sempre ser derrotada na secretaria por ter feito mais uma substituição do que as permitidas.
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O erro surgiu após as duas expulsões que a Roma teve no arranque do prolongamento - do defesa Gianluca Mancini e do guarda-redes Pau López. Ora, por ter de colocar um novo guarda-redes em campo, Paulo Fonseca foi ao banco buscar Daniel Fuzato e pelo meio decidiu ainda lançar Ibañez para tentar equilibrar a equipa. O problema foi que a última substituição era a do guarda-redes, já que a lei não permite mais uma troca para lá das cinco atualmente autorizadas, mas sim dá mais um momento de substituição para lá dos habituais.
De referir que este não é um caso virgem na Roma esta época, já que recentemente viu um empate diante do Hellas Verona ser 'transformado' em derrota por 3-0 por utilização irregular de Amadou Diawara.
Quanto ao seu futuro, numa altura em que começa a ser contestado, o técnico português lembra que está pressionado desde que chegou. "Estou sob escrutínio desde o meu primeiro dia aqui. Na Liga estamos onde queremos, tenho fé na equipa. Sempre que não ganhamos o meu lugar está em jogo, mas tenho de me focar no meu trabalho", disse.
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