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Técnico português admite que a equipa não tem mostrado solidez defensiva esta época
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A Roma foi goleada (1-4) na deslocação a Génova em jogo da 6ª jornada da Serie A e continua mergulhada num péssimo momento esta temporada, ocupando uma incómoda 16ª posição, apenas dois pontos acima da zona de despromoção. São apenas 5 pontos amealhados em 6 jogos com 11 golos sofridos, um dos piores registos da equipa da capital nos últimos anos e da carreira de José Mourinho, ele que sofreu um dos desaires mais expressivos em todo o seu trajeto. Na análise ao encontro, o treinador português admite que tudo correu mal.
"Não tenho muito para dizer depois de um jogo como este. Não falei com os jogadores e só os cumprimentei, não quero analisar o jogo assim tanto", começou por dizer. "Começámos mal a conceder um golo, mas reagimos. Imediatamente depois do empate, no entanto, tivemos a lesão do Llorente, que nos fez mudar a estrutura da equipa. Depois o Mancini viu amarelo e preferi mudar a formação. Na segunda parte estivemos melhor, depois do golo em fora de jogo [de Lukaku] sentimos que podíamos empatar porque dominámos em posse apesar de faltar qualidade. Fiz alterações a nível ofensivo, mas depois do 3-1 acabou", lamentou.
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Depois, o 'Special One' comentou as falhas defensivas da equipa, que já sofreu 12 golos em todas as competições esta época. "A solidez defensiva falhou. As pessoas criticavam os erros de Ibañez com bola, que aconteciam algumas vezes, mas ele dava-nos uma solidez incrível. Smalling é um jogador que nos faz muita falta. Mas esta solidez perdida não é apenas devido aos jogadores que não temos, porque as coisas podem acontecer com trabalho coletivo importante e é verdade que isso desapareceu um pouco. Qualquer remate que eles façam à baliza é golo e não é culpa do Rui Patrício. Todos os jogos são assim e é o momento em que vivemos", frisou.
A finalizar, o técnico concordou que o arranque tem sido muito abaixo das expectativas, mas lembrou o desgaste e as lesões. "Tudo verdade, mas também é verdade que a Roma nunca tinha jogado duas finais consecutivas na Europa. O Génova teve dois dias a mais que nós para treinar e perdeu dois jogadores. Llorente historicamente lesiona-se com frequência, vinha de três jogos consecutivos e não estou surpreendido. Com estes tipos, com os seus pontos fortes e fracos, temos de sair desta situação. Não há tempo para sentirmos pena de nós mesmos, mesmo que estejamos obviamente muito mal por dentro. O próximo jogo é muito importante para nós", concluiu.
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