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Treinador abordou os momentos que viveu esta época na Roma
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José Mourinho voltou a 'oferecer' um troféu à Roma e quebrou um jejum de títulos que durava há 14 anos, depois de terem vencido a Taça e a Supertaça italiana em 2008.
"A nossa vida é uma maratona e não conseguindo identificar um momento em que me dei mais às emoções, se calhar foi a Roma, com o seu perfil de clube, adepto e cidade que me tornou assim. Possivelmente a minha emoção no fim do jogo não foi só a alegria deles, mas também o eu respirar fundo, porque há dois meses que eu ouvia todos os dias: ‘Por favor traz a taça, por favor traz a taça’. Fiquei contente como nunca porque o clube tem uma dimensão enorme, mas ganhar ali é uma história triste. Passaram pela Roma grandes jogadores e treinadores, mas ganhar ali tornou-se culturalmente difícil", revelou o treinador.
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Vencer a Conference League foi um momento importante para o emblema romano e José Mourinho sentiu na pele a importância do feito. "Não sou o que era, já não sou um jovem preocupado com a sua ascensão, crescimento e com o provar aquilo que sou no dia-a-dia. Tornei-me numa pessoa muito menos egocêntrica e que vive muito mais para os outros do que para si próprio. Vencer uma final por um clube que tem adeptos apaixonados, mas sem história de vitória e sentir ao longo do ano, que era mais do que um sonho e uma obcessão, fez-me sentir como nunca me senti. Era a nossa Champions. Se calhar podem pensar: ‘Aquele já ganhou duas Champions e agora está a festejar como nunca festejou por ganhar uma Conference League?’ Aqueles jogadores não jogavam a Champions, era a Champions daquela gente", confessou o técnico, que admitiu: "Estava um peso grande nas minhas costas de tentar fazer algo que não era fácil."
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