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Técnico português questiona falta de atitude dos seus pupilos
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A Roma empatou em casa do Servette e, em face das contas do Grupo G (fica a 2 pontos do Slavia Praga), complicou as suas chances de garantir o acesso direto aos oitavos-de-final da Liga Europa, algo que deixou José Mourinho à beira de um ataque de nervos. Não pelo empate propriamente dito, mas antes pela forma como a equipa se apresentou. O técnico português foi bastante duro e até acusou alguns jogadores de desvalorizarem esta Liga Europa.
"Tivemos as nossas oportunidades, mas o início da segunda parte foi algo que nos acontece demasiadas vezes. É uma pena não terem uma câmara no balneário ao intervalo, porque faço sempre questão de lhes dizer que a equipa da casa, quando está em desvantagem, vai ser sair com vontade de lutar. É uma reação natural, algo que podemos esperar. Mesmo assim, fomos superficiais na nossa atitude, na interpretação desse momento do jogo. Há jogadores que voltaram a perder uma oportunidade para se mostrarem, como o Aouar", comentou, à Sky Sport Italia.
O tom das críticas subiu de tom pouco depois. "Há muitos que estão no banco e entram na Serie A com uma grande atitude, mas depois na Liga Europa surgem preguiçosos, como se não estivessem habituados a estar no banco e não melhoram o jogo. Vamos agora para mais um playoff, que será difícil porque será diante de uma equipa que vem da Liga dos Campeões. São mais dois jogos europeus, um deles no Olímpico com casa cheia. Não quero fazer um drama de ir ao playoff. O drama, se existe, é a atitude errada que estes jogadores e aqueles que entraram tiveram. Não percebo, sinceramente. Orientei em 150 jogos de Liga dos Campeões, que são mais difíceis, e parece que há pessoas que não têm história na Europa e jogam estes jogos em serviços mínimos. Há aqueles que dão tudo nos 90 minutos e os que torcem o nariz a esta competição", atirou, sem rodeios.
Ainda assim, apesar das críticas, Mourinho diz que os jogadores que não aproveitaram as chances não pagarão o preço disso mesmo porque... não pode. "O Guardiola pode fazê-lo. Se não está contente com um, diz-lhe adeus, dá-lhe um pontapé e escolhe outro. Eu não posso fazer isso aqui. Só posso tentar puxar por eles em cada dia no treino, de forma a tirar o melhor deste grupo".
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