Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Treinador assumiu ter ficado "um pouco desiludido com algumas individualidades", deixando algumas críticas à equipa de arbitragem liderada por Daniele Orsato
Seguir Autor:
José Mourinho não poupou nas críticas à arbitragem no final do dérbi entre Lazio e Roma, disputado esta quarta-feira, para os quartos de final da Taça de Itália, uma partida que acabou por ser decidida por um penálti.
"É sempre doloroso perder o dérbi. Temos sérias dificuldades e lutamos constantemente contra elas. Nos últimos jogos, creio que estivemos muito bem contra o Nápoles e merecíamos mais contra a Juventus e a Atalanta. Hoje, perdemos com aquilo a que eu chamaria um penálti adequado ao futebol moderno, um penálti que o árbitro, que está a três metros, não marca, mas o VAR sim. É assim que os árbitros são instruídos a atuar, há 20-30 anos os jogadores nunca iriam ao chão da forma como vão agora. Um penálti deve ser visto como um castigo máximo. O árbitro estava lá e decidiu não marcar, mas quando há alguém à frente de um ecrã que o chama para um contacto mínimo e o jogador faz um espetáculo após esse contacto, não há muito que possa fazer. Não quero dizer que não é penálti, mas a situação é esta", começou por dizer o treinador português dos giallorossi, em declarações citadas pela imprensa italiana no final da partida no Olímpico de Roma.
José Mourinho sublinhou que a saída de Paulo Dybala, por lesão, acabou por afetar o rendimento da equipa. "Senti que fomos a equipa com mais carácter na primeira parte, com um bom posicionamento, mas quando se perde o Dybala, tudo muda. Foi o que aconteceu contra a Fiorentina, um jogo em que sentíamos que podíamos ter ganho facilmente. Sem o Paulo, não há ligação entre o ataque e a defesa, e o nível de qualidade cai. É o habitual problema muscular atrás da perna. Ele jogou 80 minutos num jogo muito físico no fim de semana, precisava de mais tempo para recuperar. Ele queria jogar, precisávamos do seu contributo e há outros que estão a jogar para além das suas limitações, como por exemplo Gianluca Mancini, que não treina há um mês e toma anti-inflamatórios. Pellegrini também não estava no seu melhor, depois de uma pancada nas costas", disse, assumindo ter ficado desapontado com o desempenho individual de alguns jogadores: "Estou um pouco desiludido com algumas individualidades, porque temos de fazer mais. Trabalhamos tanto para levar a bola para os flancos e depois não fazemos os cruzamentos."
Novamente sobre o penálti assinalado, Special One aproveitou ainda para deixar um reparo sobre a forma de atuar do árbitro Daniele Orsato, agradecendo ainda o apoio dos adeptos que marcaram hoje presença nas bancadas do Olímpico. "Além de ser um penálti moderno, foi cometido contra um miúdo top como o Huijsen, que só tem 55 minutos de Serie A no currículo. A jogada anterior foi um lançamento, não é possível que tenhamos desperdiçado um lançamento como aquele que conduziu ao canto e ao penálti. Historicamente, este é um árbitro de topo que analisa todos os aspetos do jogo, mas quando uma equipa assume a liderança é o fim do jogo, porque o Orsato não nos deixa jogar. Perdemos o dérbi e isso pesa, especialmente para os nossos incríveis adeptos, mas temos de seguir em frente. Terminamos esta série horrível de jogos no domingo com o Milan e, pela primeira vez em muito tempo, temos uma semana inteira para recuperar e esperamos ter mais jogadores de volta", terminou.
Neil El Aynaoui vive num bairro onde tem havido muitos assaltos nos últimos anos
Experiente médio sérvio recorda, à 'La Gazzeta dello Sport', passagens pelo Benfica e também pelo clube da capital italiana
Câmara aprovou esta sexta-feira o projeto de viabilidade técnica e económica
Médio francês da Roma tem 24 anos
Adeptos do Valerenga deixaram este domingo mensagem de contestação contra a federação e o emblema de Bodo
Em comunicado, organismo que tutela o futebol europeu diz que AFA rejeitou as três propostas alternativas apresentadas
Antigo jogador do FC Porto foi alvo de mais de 50 queixas entre 2019 e 2023
Valor a pagar ao Jagiellonia pode subir até 2 milhões de euros e também há objetivos de rendimento individual