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Técnico português afirma que que colocar a equipa italiana a jogar com "coragem"
Paulo Fonseca não pensou "duas vezes" quando recebeu um telefonema do presidente da Roma, James Pallotta. A confissão foi feita pelo técnico português à televisão do emblema italiano, tendo demonstrando também bastante vontade de começar esta nova aventura na carreira, isto depois de ter orientado os ucranianos do Shakhtar Donetsk nas últimas três temporadas.
"É uma honra treinar a Roma. Estou muito contente e motivado. É um grande desafio. Eu acho que juntos poderemos fazer grandes coisas. Quando me ligaram fiquei muito contente. Não pensei duas vezes. Orientar a Roma é um objetivo para todos os treinadores na Europa. Quero fazer algo especial e diferente com as minhas ideias. Sou um treinador mais experiente. As coisas na Ucrânia correram bem e ganhei muitos títulos com o Shakhtar, mas a liga italiana é diferente do campeonato ucraniano. Estou pronto para transmitir as minhas ideias, que acumulei com tudo o que conquistei", afirmou o técnico português, de 46 anos, recordando o dia em que visitou o Estádio Olímpico ao leme da antiga equipa, num duelo a contar para a Liga dos Campeões.
"Recordo-me muito bem do Estádio Olímpico e do jogo… perdemos 1-0. O ambiente no estádio era fantástico e espero viver esse mesmo ambiente em todos os jogos, a partir de agora. Vamos precisar dos nossos adeptos e tenho a certeza que vão apoiar-nos sempre, como fizeram naquele encontro. vão sentir orgulho na equipa, jogo após jogo", disse à televisão dos romanos.
Paulo Fonseca afirmou ainda que é tempo de transmitir as ideias à equipa, mas pede... coragem. "O mais importante é construir uma equipa corajosa. E eu acredito que será possível construir uma equipa corajosa com estes jogadores, sempre sem medo de defrontar a equipa mais forte ou a mais fraca. Vamos ter coragem e qualidade. Primeiro vão ter que conhecer as minhas ideias, mas acredito muito nestes jogadores", realçou Paulo Fonseca.
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