Bruno de Carvalho: «Detesto que não gostem de mim»

Ex-presidente do Sporting diz que sempre foi um líder, até na pré-primária

• Foto: Instagram

Bruno de Carvalho reconheceu na entrevista que deu a Júlia Pinheiro, na SIC, que é "intolerante à parvoíce" e que detesta que as pessoas não gostem dele. O antigo presidente do Sporting conta que sempre foi um líder, até no infantário...

Autoestima
"Nunca houve em minha casa um grande faciltismo. As pessoas acham-me arrogante, sobranceiro, mas eu de facto detesto a estupidez humana. Se uma pessoa admitir que não sabe e que tem vontade de aprender, cá estou eu. Mas aquelas pessoas qu não sabem nada e vêm com aquelas verdades... Não é ser teimoso, não gosto de 'chico espertice'. Sou capaz de chegar a uma reunião, ouvir as pessoas e dar a minha opinião. Mas regra geral acho que as pessoas fazem pouco esforço para pensar um bocadinho."

Personalidade
"Eu sou um lutador por natureza. Acho que tem a ver com perfil, aquela vontade máxima que as coisas têm de se fazer, que as coisas têm soluções. A única coisa que basta é parar e pensar, em vez de arranjarem problemas, arranjarem soluções. Sou prático. Sempre fui um líder desde a pré-primária. Lembro-me que havia uma casinha que estava tomada pelo rapaz que estava lá há mais tempo, no segundo dia a casinha já era minha e só entrava quem eu queria. Sou uma pessoa que se autocrítica muito, reconheço-me valores, mas reconheço-me defeitos. Detesto que não gostem de mim. Acho injusto. Há pessoas que já estão formatadas, acham que sou arrogante. Pode acontecer seja o que for, mas nada é pior que a autocrítica que todos os dias me faço."

Defeitos
"Acho que sou um intolerante à parvoíce e às vezes podia lidar melhor com isso, podia não ser tão agressivo com as pessoas. Não acho que sou o melhor do mundo e que toda a gente é muito burra. Mas tenho a certeza absoluta e devo isso à minha mãe e ao meu pai, como sou muito exigente as pessoas que estão à minha volta ou acompanham ou fica a imagem da pessoa que é vaidosa, que acha que é a melhor do mundo. Não sou um grande otimista do ser humano nem do futuro do nosso país. A traição, a lealdade para mim são coisas..." 

Plano de vida
"Quando tinha 15 anos estabeleci quando queria sair de casa, quando começaria a trabalhar, a ter a minha independência financeira e com que idade queria concorre ao Sporting."

As paixões
"Desapareço quando me apaixono, mas não é como as pessoas pensam. Chegava a estar a trabalhar e às 4 da manhã acordava a minha mulher a perguntar se tinha enviado um email... Sou um homem de paixões."

Primeiro amor
"Foi com 4 anos, uma chinesa. Há um Bruno chinês no Mundo porque eu existo. Ela chama-se Xana, os pais achavam tanta piada àquilo que tiveram um filho e chamaram-lhe Bruno." 

Primeiro emprego
"Comecei a trabalhar com 18 anos, numa empresa ligada à construção. Um dia olhei para o relógio e pensei que faltava meia hora para as 6 da tarde. Escrevi a carta de despedimento. Ou estou apaixonado pelo que faço, ou a coisa torna-se muito feia."

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