Carlos Moisés: «Nunca pensámos que o FC Porto ia adotar a música como hino”

«Nunca pensámos que o FC Porto ia adotar a música como hino”
«Nunca pensámos que o FC Porto ia adotar a música como hino” • Foto: Pedro Catarino

Os Quinta do Bill vão atuar este sábado no Coliseu do Porto, às 21h30, para comemorar os 20 anos do lançamento do álbum “Filhos da Nação”, em palco estará também a Banda Sinfónica Portuguesa. Os fundadores da banda, Carlos Moisés e Paulo Bizarro, os únicos elementos da formação original, mostraram-se felizes com mais de duas décadas de música.

“O grupo começou em 1987 e temos tido o privilégio de gravar vários discos, já vamos no sétimo de originais. Também temos o prazer de todos os anos fazer digressões e estar em constante contacto com o público para darmos seguimento à nossa paixão pela música”, explicou o vocalista Carlos Moisés.

Os dois contaram também uma história polémica, mas já ultrapassada. Há cerca de 10 anos a música “Filhos da Nação”, que retrata os problemas dos jovens nos anos 90, foi adaptada para um hino do FC Porto, “Os filhos do Dragão”, que ainda hoje é ouvida no reduto dos azuis e brancos. “Por iniciativa de Mourinho, o FC Porto fez uma versão da nossa música ‘Filhos da Nação’. Inicialmente pensávamos que era para comemorar aquela época histórica (2003/2004) do FC Porto e não adotar como hino para sempre”, referiu Carlos Moisés, sublinhando que nos concertos cantam sempre a versão original.

Dérbi lisboeta na banda

Carlos Moisés assume-se como benfiquista, já Paulo Bizarro é adepto do Sporting. “Quando estamos juntos, se houver dérbi, vemos o jogo. Mas não paramos os ensaios para assistir a jogos de futebol do Benfica ou do Sporting”, referiram, revelando que a mítica banda portuguesa apenas pára de tocar se houver encontro da Seleção Nacional.

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