Gisela João: «Pensei que podia morrer. O que é que deixava, se isso acontecesse?»

A fadista celebra dez anos de carreira com duas festas muito especiais. A primeira é já amanhã, sábado, no recém-inaugurado 8Marvila, em Lisboa, e dia 27 no Museu do Carro Eléctrico, no Porto.

• Foto: Estelle Valente

Já cantava Paulo de Carvalho que "dez anos é muito tempo, muitos dias, muitos a cantar" e no caso de Gisela João parece não uma, mas muitas vidas. Desde que chegou a Lisboa, para cantar "por uns tempos" na casa de Fados Senhor Vinho, a convite de Maria da Fé, até hoje, "a miúda que apareceu a cantar fado de sapatilhas", como a própria se apresenta, fez-se mulher e tornou-se numa das grandes damas da música portuguesa. E se o seu disco de estreia homónimo trouxe, há dez anos, novos públicos para o fado, agora é Gisela João que através dele do fado descobre novos caminhos para este género, como se provou no tema Canção do Coração, incluído no último álbum Aurora, que marca a estreia da fadista também como compositora. Um trajeto agora celebrado em duas festas muito especiais, em Lisboa e no Porto, que Gisela João quer encher com as pessoas que a acompanharam neste percurso, dos artistas que com ela tocaram, a quem a vestiu ou fotografou, até, claro, aos fãs que sempre lhe encheram os espetáculos. E no final do concerto, promete, vai dançar com todos ao som de Xinobi, o dj convidado para prolongar a celebração noite dentro.

Leia a entrevista a Gisela João na íntegra na Máxima 

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