Kátia Aveiro usa texto de Pedro Chagas Freitas para lembrar a força de Ronaldo

Manifestação de apoio nas redes sociais

• Foto: EPA

Cristiano Ronaldo tem estado debaixo de fogo: esta temporada ainda 'só' marcou 16 golos, ao que se soma uma crise de resultados do Real Madrid, que já está a 19 pontos do líder Barcelona. Mas esta segunda-feira, a irmã do craque português, Kátia Aveiro, partilhou nas redes sociais um texto de Pedro Chagas Freitas, eloginado CR7 e lembrando todas as suas conquistas.

"Quando aos doze anos chegaste a Lisboa, carregado de lágrimas e de esperanças, eles disseram que eras só mais um miúdo madeirense. Em menos de cinco anos estavas a jogar na equipa principal do Sporting", começa por referir o escritor português, que passa a carreira de Cristiano Ronaldo em revista, terminando com: "agora, que não marcas como um extraterrestre há dois ou três jogos, eles dizem que és só mais um jogador em fim de carreira, quase acabado, a dar as últimas, na curva descendente. Não te preocupes. Quando sorrires com um troféu na mão no alto de uma Torre Eiffel desta vida, ou quando marcares mais um golo decisivo, ou quando bateres mais um recorde, vais tê-los lá a olhar-te, atentos. A aplaudir, claro. Coitados. É só o que lhes resta."

 

ERA SÓ ISTO QUE TE QUERIA DIZER, CRISTIANO: Quando aos doze anos chegaste a Lisboa, carregado de lágrimas e de esperanças, eles disseram que eras só mais um miúdo madeirense. Em menos de cinco anos estavas a jogar na equipa principal do Sporting. Quando fizeste os primeiros jogos com os seniores, eles disseram que eras só mais um puto habilidoso. Alguns meses depois assinaste pelo Manchester United. Quando chegaste a Inglaterra, eles disseram que eras só uma promessa. Em seis épocas fizeste 118 golos. Quando o Real Madrid te contratou, eles disseram que eras só um nome para vender camisolas. Desde 2009 já marcaste 422 golos em 418 jogos e já bateste praticamente todos os recordes que tinhas para bater no clube. Quando em 2008 recebeste a primeira Bola de Ouro, eles disseram que ia ser só essa. Já ganhaste mais quatro. Quando te tornaste capitão da selecção, eles disseram que eras só mais um capitão sem carisma, sem espírito de liderança. Em 2016 foste o primeiro português de sempre a levantar a Taça de Campeão Europeu de Selecções. Agora, que não marcas como um extraterrestre há dois ou três jogos, eles dizem que és só mais um jogador em fim de carreira, quase acabado, a dar as últimas, na curva descendente. Não te preocupes. Quando sorrires com um troféu na mão no alto de uma Torre Eiffel desta vida, ou quando marcares mais um golo decisivo, ou quando bateres mais um recorde, vais tê-los lá a olhar-te, atentos. A aplaudir, claro. Coitados. É só o que lhes resta. Com estima e agradecimento, Pedro

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