Riot: «Svilar vai ser um dos melhores da Europa»

Integra o projeto Bateu Matou que se estreia no Jameson Urban Routes

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• Foto: Gonçalo F Santos

É já no próximo sábado que Riot, que pertenceu aos Buraka Som Sistema, se apresenta no Jameson Urban Routes, no Music Box, em Lisboa, com um novo projeto, os Bateu Matou. "É uma celebração da música de dança que tem surgido na cena lisboeta", começa por explicar a Record. Juntamente com Quim Albergaria (dos Paus) e Ivo Costa (Batida), Rui Pité, mais conhecido por Riot, quer encher as pistas com uma sonoridade que vai tocar nas influências Afro, mas não só.

"São três percussionistas/bateristas que se juntam para pôr as pessoas a dançar", resume sobre o projeto que nasce neste festival e que vai ao encontro das novas tendências musicais, que têm surgido nas periferias das grandes cidades… Em Bateu Matou podemos, por isso, até encontrar regatton, funk, hip hop, explica-nos Riot, que está a preparar o seu primeiro álbum a solo, previsto para 2018. Mas enquanto a música lhe ocupa os dias, o futebol não lhe é indiferente. "Doente moderado" pelo Benfica, o antigo basquetebolista acredita que o clube da Luz "vai dar a volta aos maus resultados". "É só uma questão de se encontrarem e afinarem agulhas", defende. E elogia o jovem guarda-redes Svilar. "Acho que vai ser um dos melhores da Europa", vaticina. O coletivo da Luz merece-lhe outro destaque, o vizinho Eliseu. "É um jogador muito experiente, transmite coerência. Toda a gente sabe o que pode contar com ele", elogia.

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