Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
O enredo tem por base um facto simples: a revolução digital ocorreu na Coreia do Norte, levando o país a tornar-se na maior potência tecnológica e militar do mundo.
Seguir Autor:
O enredo tem por base um facto simples: a revolução digital ocorreu na Coreia do Norte, levando o país a tornar-se na maior potência tecnológica e militar do mundo. A partir daí o domínio mundial começou aos poucos. Nós, jogadores, teremos de criar a revolução que irá expulsar a Coreia dos EUA e para isso teremos de lutar, mas também de motivar o povo a aderir à revolução.
Esta ideia distópica começa muito bem, aumentando o interesse de forma gradual e encaixando muito bem nos cenários. O design gráfico é mesmo o melhor aspeto deste jogo, com edifícios e ruas a apresentarem detalhes que lhes dão uma identidade que encaixa muito bem no enredo, levando-nos a sentir o que seria esta invasão na realidade. O problema do jogo está, infelizmente, no seu enredo, que começa bem mas que vai perdendo chama e coerência aos poucos, muito por causa do nosso personagem principal que não tem peso na história. Este enredo, ao tornar-se repetitivo e fraco, leva a que as missões, que até estão bem estruturadas, pareçam repetitivas, pois a cadência de cada missão acaba por ser sempre igual, muito graças à narrativa que se perde em objetivos sem impacto.
Nos pontos fortes, para além do design, temos a costumização de armas. Durante as missões podemos adaptar as nossas armas, com o que temos à mão, para se adaptar ao que precisamos. Tal possibilidade oferece estratégia e aumenta o leque de possibilidade, não limitando o jogador a carregar poucas opções de armamento. Em termos gráficos não consegue deslumbrar mas no aspeto sonoro está bastante bom, ficando, no entanto, a falhar na maioria das vozes presentes.
Homefront é um jogo de altos e baixos. Para além do já mencionado, a sua jogabilidade é mais um ponto a favor, mas a inteligência artificial e alguns bugs retiram-lhe qualidade. A sensação final é uma mistura entre algo bem pensado, mas que devia ter sido executado melhor.
Entrada no mercado americano no próximo ano, com a inclusão das ligas do México e da Colômbia, é o próximo passo
Se também está como nós, ansioso pelo lançamento do jogo, deixamos alguns pormenores que serão certamente do seu interesse.
Através do seu Twitter, em jeito de brincadeira, o francês de 25 anos anexou uma imagem do plantel do seu Sheffield
Lutador irlandês já filmou algumas cenas para o jogo, cujo lançamento está previsto para novembro
Num duro testemunho, Daryl Janmaat recorda que o vício começou após sofrer uma grave lesão no joelho
Fabiano Flora teve de arranjar uma alternativa depois do cancelamento do seu voo na manhã desta segunda-feira
Avançado português de 27 anos deixou o E. Amadora em janeiro e rumou ao Eupen, da segunda divisão daquele país
Federico Pastorello desmente que o ex-FC Porto vá alistar-se no exército iraniano após os ataques dos EUA e Israel