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Opção está em estudo numa altura em que não se sabe se clubes voltarão a competir esta época
O novo coronavírus abanou estruturalmente o futebol e há muita coisa que pode mudar a partir de 2020. Sem ainda haver uma decisão quanto ao regresso ou não dos campeonatos, a FIFA reuniu-se em vídeochamada com os representantes dos clubes (ECA) e dos jogadores (FIFPro) para estudar que mudanças operar no desporto-rei de forma a que este continue a ser sustentável no Mundo inteiro. A redução do salário dos futebolistas foi um os pontos e a refomulação do mercado de transferências outro, de acordo com o 'Tuttosport'
De acordo com o jornal italiano, a FIFA pondera unificar o mercado de verão e inverno, ficando apenas uma janela de transferências que duraria 16 semanas.
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A FIFA pondera ainda a criação de um fundo de várias centenas de milhões de euros que ajudaria, no futuro, clubes e jogadores para situações como a que foi provovada pelo coronavírus. Nesse fundo, todos os atuais agentes do desporto-rei teriam de contribuir.
Além disso, a organização liderada por Gianni Infantino quer que os contratos que findam no próximo dia 30 de junho se prorroguem até ao verdadeiro término da temporada. Nesta conjuntura, seria possível que um jogador tivesse contrato assinado com outra equipa e ainda a jogar pela sua formação anterior, situação que a FIFA pretende que não seja possível de acontecer sendo que a prioridade é terminar as provas nacionais. E tudo sem colocar em risco a saúde dos atletas e demais pessoas que são integradas no fenómeno futebol.
Por último, a FIFA quer castigar quem se aproveite do momento vulnerável que o futebol e o Mundo atravessam: seja a despedir de forma unilateral, jogadores que se aproveitam para deixar o país onde jogam sem motivo aparente, jogadores que não informam que trabalho estão a realizar, clubes que não têm cuidado com a saúde dos jogadores, entre outros motivos.
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