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O primeiro-ministro Luís Montenegro manifestou esta terça-feira a convicção de que o "enormíssimo acréscimo" de investimento no desporto anunciado pelo Governo vai provocar uma "transformação cultural" no país, com resultados muito além dos 65 milhões previstos para os próximos quatro anos.
Luís Montenegro presidiu hoje à assinatura do contrato-programa para o desporto para o período 2024-2028, no Comité Olímpico de Portugal, em Lisboa.
"A minha convicção profunda e a do Governo é de que este investimento vai produzir resultados muito maiores do que o investimento financeiro que hoje nós aqui fazemos. Vai produzir resultados que vão muito para além daquilo que se vai ver nas próximas Olimpíadas", disse.
O primeiro-ministro transmitiu ainda o desejo de que este investimento provoque "uma transformação cultural", "uma chamada, uma convocatória para um país", salientando que Portugal tem uma localização e um clima excelentes para a prática desportiva e "exemplos de campeões em muitas áreas".
"Não se deve desperdiçar isso para motivar todos os outros, para trazer na corrente toda a sociedade", disse, salientando que os objetivos deste contrato passam por ter "mais pessoas a praticar desporto, menos obesidade, mais inclusão" das pessoas com deficiência.
Montenegro recordou que, desde a campanha eleitoral, defendeu que, além das políticas públicas basilares em áreas como a saúde, educação ou habitação, há duas que são essenciais para "a sociedade criar mais riqueza e ser mais desenvolvida", referindo-se à cultura e ao desporto.
Por isso, defendeu que apesar dos 65 milhões de euros hoje anunciados corresponderem "a um enormíssimo acréscimo naquilo que é a disponibilidade financeira para a área do desporto", ainda se trata de um valor muito baixo.
"É muito porque o ponto de partida é mau, é baixo. Mas 65 milhões de euros não são nada à espera dos resultados que eu confio que nós vamos conseguir alcançar nos próximos anos", disse.
E entre resultados, o primeiro-ministro incluiu a capacidade do desporto de "dar à sociedade condições de desenvolvimento humano, desenvolvimento intelectual, de desenvolvimento anímico e também de formação de campeões", perante uma plateia onde estiveram medalhados olímpicos como Rosa Mota, Nélson Évora ou Telma Monteiro.
"Este recorde olímpico foi batido hoje, mas eu espero, como qualquer treinador espera, que haja quem se abalance a bater o recorde no futuro e vá à procura de conseguir também superar-se e atribuir objetivos ainda maiores", apelou.
O primeiro-ministro defendeu que esta cerimónia não foram "discursos bonitos ou papéis bem elaborados", mas um compromisso e um investimento assumidos pelo Governo "que supõem que haja um resultado".
Ou seja, que Portugal possa ser, num futuro próximo, "um país que tenha melhores índices de prática desportiva, melhores índices de saúde, melhores índices de eliminação de fenómenos como a obesidade infantil e também um país que consiga formar mais campeões".
Montenegro fez questão de contar que este projeto de desenvolver um contrato programa abrangente e reforçado para a área do desporto nasceu durante a sua presença nos últimos Jogos Olímpicos em Paris2024.
"Nasceu, inicialmente, num intervalo entre duas provas de canoagem. Depois desenvolveu-se no estádio olímpico, continuou a crescer na aldeia olímpica e finalizou naquelas 200 voltas à pista de ciclismo que foram absolutamente inolvidáveis", disse, referindo-se à prova que valeu o ouro em Madison a Iúri Leitão e Rui Oliveira.
Nessa altura, disse, assumiu um compromisso com os dirigentes que o acompanhavam e com os atletas que tinham acabado de ganhar uma medalha e só lhe pediram uma coisa: "Não se esqueça do desporto. Não se esqueça de nos dar condições. Nós ainda conseguimos fazer mais do que isto", contou.
"E eu não me esqueço e o Governo não se pode esquecer", disse.
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