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O Barcelona, do pivô português Luís Frade, conquistou este domingo a Liga dos Campeões, décima da sua história, ao vencer o Aalborg, por 36-23, na final de Colónia, na Alemanha. Com esta conquista, o jogador nacional, de 22 anos, torna-se no primeiro de sempre a conseguir a principal prova de clubes da Europa.
Depois de ter falhado a conquista do troféu relativo à última época, na final perdida para os alemães de THW Kiel (33-28), o Barcelona não vacilou frente ao estreante dinamarquês Aalborg, que eliminou o Paris Saint-Germain nas meias, o Flensburg nos quartos e o FC Porto nos playoffs.
O Barcelona conquista o troféu contando por vitórias todos os 20 jogos realizados e encerra o ciclo do seu treinador Xavier Pascual, que deixa o clube catalão ao fim de 12 épocas e três triunfos na Liga dos Campeões para ir treinar o Dínamo de Bucareste.
O Aalborg, ao contrário dos minutos iniciais da vitória das meias-finais com os franceses do Paris Saint-Germain (35-33), em que só aos nove minutos marcou o primeiro golo, entrou bem no encontro e liderou o marcador até aos 5-2.
Um parcial de sete golos consecutivos permitiu ao FC Barcelona passar para a frente e ganhar uma vantagem de quatro golos, aos 9-5, que geriu, com acerto defensivo e com as soluções no banco, para chegar ao intervalo a vencer por 16-11.
O caudal ofensivo do FC Barcelona manteve-se na segunda parte, com destaque para a eficácia do ponta Aleix Gómez Abelló, que marcou nove golos no jogo, e o lateral francês Timothey N'Guessan, com seis, que praticamente passou despercebido na primeira.
A repetição do feito alcançado no sábado pelo Aalborg frente ao Paris Saint-Germain embarrou quase sempre numa bem posicionada defensivamente equipa catalã, que não permitiu aos dinamarqueses impor a sua arma favorita, o sete contra seis.
Tida como uma das melhores equipas a jogar neste esquema, no qual o FC Porto é exímio, o Aalborg sentiu sérias dificuldades na sua implementação e acabou por sofrer vários golos de baliza aberta, três dos quais pelo guarda-redes Gonzalo Pérez de Vargas.
O FC Barcelona consolidou a vantagem em sete golos de diferença (18-11, 19-12 e 20-13), que foi aumentando com o decorrer do encontro e que chegou aos 14 (35-21), com um parcial de seis golos consecutivos, um deles do pivô Luís Frade.
Com naturalidade, o FC Barcelona, que assinalou ainda o terminar de carreira do central Raúl Entrerríos, aos 40 anos, irmão do treinado do Nantes Alberto Entrerríos, encerrou o encontro aos 36-23 e ergueu o seu décimo troféu da Liga dos Campeões.
No duelo francês que antecedeu a final de Colónia, para a atribuição dos 3.º e 4.º lugares, o Paris Saint-Germain venceu por 31-28 o Nantes e terminou no terceiro lugar do pódio da Liga dos Campeões.
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