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Carlos Resende (34 anos) afirmou que a Selecção não pode ficar refém daquele que ainda hoje é considerado o melhor andebolista português de sempre. O lateral-esquerdo do FC Porto crê que a sua ausência no Europeu não está ligada aos maus resultados de Portugal na Suíça, mas a uma série de circunstâncias menos boas da equipa.
“O cemitério está cheio de insubstituíveis. É uma falsa questão dizer que a Selecção depende de um só atleta. Concordo com o seleccionador Olsson quando diz que não faço falta se não estiver no máximo das condições”, sustentou Resende.
O jogador reafirmou que tinha de fazer opções, dando mais atenção aos estudos [está no 2.º ano de Gestão do Desporto], porque durante os 17 anos em que esteve ao serviço da Selecção não foi capaz de conciliar as duas actividades:“Tive uma atitude profissional e fui deixando para trás a universidade.”
Resende explicou ainda porque abandonou o lugar de capitão da Selecção:“Estando eu num clube que fazia parte do epicentro da guerra entre a Liga e a Federação e sendo o vice-presidente da Associação de Jogadores, decidi dar o lugar a outro, para bem de todos. Expliquei-o a Olsson e a Luís Santos [líder da FAP] que, como não poderia deixar de ser, compreenderam-me.”
Futuro
Resende adiantou que o seu nome já faz parte do passado – “que foi muito positivo” – e que agora é necessário olhar para o futuro:“Continuamos a ter excelentes laterais-esquerdos, como o Eduardo Filipe – debilitado porque esteve parado sete meses para recuperar de uma rotura de ligamentos cruzados –, enquanto o Álvaro Rodrigues ficou doente. Foram contingências que ninguém pode controlar.”
Sobre os prémios em atraso do “playoff” de apuramento para o Europeu, disse:“O sucesso desportivo depende de uma série de factores, entre os quais a qualidade do treino, da condição física e da motivação. Esta não foi a melhor maneira de motivar os jogadores”, concluiu.
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