Clubes portugueses representados em peso na seleção de Cabo Verde que vai disputar Mundial

Mais de metade da comitiva

Os clubes portugueses estão representados em peso na seleção cabo-verdiana de andebol, com mais de metade da comitiva no Mundial de 2021 a ser constituída por jogadores de equipas nacionais, convocados pelo selecionador - também português - José Tomaz.

O ponta Alexandre Pereira (Boa-Hora), os laterais Bruno Landim (Sporting da Horta) e Rafael Andrade (Avanca), os centrais Elledy Semedo (Madeira SAD) e Gualther Furtado (Avanca) e os pivôs Felisberto Landim (Belenenses) e Paulo Moreno (Benfica) são os atletas da primeira divisão nacional escolhidos por José Tomaz.

O antigo treinador do Sporting convocou ainda cinco jogadores que alinham em escalões inferiores em Portugal: o guarda-redes Luís Almeida (CDE Camões), o central Gil Santos (Dom Fuas Roupinho) e os pontas Estaliny Lopes (Académico de Viseu), Gilson Correia (Alto do Moinho) e Edílson Morais (Juve Lis).

No entanto, a seleção cabo-verdiana viajará hoje para o Egito, anfitrião da fase final, desfalcada do selecionador e de seis jogadores, que vão cumprir isolamento na Nazaré, onde a formação cumpriu o estágio de preparação, devido a testes com resultado positivo para o novo coronavírus.

A equipa africana, cuja federação confirmou hoje a presença no torneio, apesar dos 11 casos positivos, entre jogadores, técnicos e dirigentes, estagiou em Portugal com uma convocatória alargada, na qual se incluía o Fernando Dias (Boa-Hora), cuja presença no Egito ainda não chegou a ser confirmada pelo organismo federativo.

Apesar de Cabo Verde, que se estreia Mundial, se constituir quase como uma segunda representação do Nacional de andebol, a prova tem ainda representação em outras seleções, de vários continentes, com destaque para o Chile, com três atletas de equipas portuguesas.

Os pontas Sebastián Pávez (Sporting da Horta) e Sebastián Ceballos (ABC) e o pivô Benjamin Illesca (Boa-Hora) integram o lote de 20 convocados para o torneio, tal como acontece com Frankis Carol, lateral do Sporting, um dos eleitos do Qatar, anfitrião e finalista vencido do Mundial em 2015.

Mais experiente do que a congénere de Cabo Verde, a seleção de Angola vai participar pela quinta vez no Campeonato do Mundo, no qual tem como melhor resultado o 20.º lugar alcançado em 2005, na Tunísia, contando com o contributo de Elias António, lateral do Madeira SAD.

O guarda-redes espanhol Sergey Hernández, o lateral brasileiro Luciano Silva e o pivô esloveno Matic Suholeznik, todos do Benfica, são mais três caras conhecidas dos pavilhões nacionais que disputarão a competição.

Além do reencontro com os colegas de equipa que vão representar Portugal, vão poder defrontar algumas das maiores referências atuais da modalidade como o norueguês Sander Sagosen, o croata Domagoj Duvnjak, o dinamarquês Mikkel Hansen, o francês Melvyn Richardson, o sueco Jim Gottfridsson, o espanhol Alex Dujshebaev, o esloveno Dean Bombac ou o alemão Uwe Gensheimer.

Por Lusa

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