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Em causa está a alegada falta de um desfibrilhador e de um plano de resposta para estes casos no Dragão Arena.
O Ministério Público abriu uma investigação às circunstâncias que rodearam a morte de Alfredo Quintana, guarda-redes da equipa de andebol do FC Porto que morreu no final de fevereiro depois de sofrer uma paragem cardiorrespiratória durante um treino da equipa azul e branca. Em causa está a alegada falta de um desfibrilhador e de um plano de resposta para estes casos no Dragão Arena, avança o 'Correio da Manhã'.
Recorde-se que no passado dia 6, o jornal 'Público' avançara que dos três 'grandes' em Portugal, o FC Porto é o único que não tem um Programa de Desfibrilhação Automática Externa, como manda a lei. Desde 2012 que é obrigatória a instalação de equipamentos de Desfribilhação Automática Externa em determinados locais de acesso público, como recintos desportivos, de lazer e de recreio, com lotação superior a 5 mil pessoas.
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