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Selecionador de Portugal diz que era quase impossível ter feito melhor na primeira ronda
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Três jogos, três vitórias para Portugal no Mundial de andebol. Um balanço que naturalmente deixa o selecionador Paulo Pereira satisfeito e que permite, na sua ótica, "continuar a perseguir o sonho". Um sonho que passa também por uma gestão eficaz dos seus jogadores, algo que Paulo Pereira assume ter conseguido esta segunda-feira diante da Argélia (vitória por 26-19).
"Vamos continuar a perseguir o nosso sonho, como fizemos desde o início. Não podia ser melhor [vencer os três jogos da fase preliminar]. Melhor é que era quase impossível. Estou muito contente, hoje conseguimos rodar os nossos atletas, equilibrar mais ou menos os minutos, em relação aos jogos anteriores.
Estamos com alguma preocupação nesse sentido, de equilibrar os minutos de jogo entre os vários jogadores. Não só porque estamos a pensar render neste Mundial, mas também porque estamos a pensar no pós-Mundial, porque eles continuam a sua vida profissional. Estamos a tentar equilibrar a presença dos jogadores, sem nunca pôr em causa a vitória em qualquer jogo.
Claro que acredito que podemos ser mais fortes [do que a Noruega, que será uma das adversárias na fase seguinte]. Nós, já no ano passado [no Europeu], podíamos ter vencido a Noruega. Foi um jogo que sabemos em que não estivemos tão fortes em alguns postos específicos, que sabemos que temos de melhorar. Acreditamos que podemos vencer a Noruega, mas estamos a jogar com uma das melhores equipas do mundo.
Até agora não estive muito atento à Noruega, estive apenas atento a estas três equipas [com que Portugal jogou na primeira fase], em especial a Islândia, que me deu um trabalhão doido. Acho que a Islândia vai fazer coisas interessantes no 'main round', mas pode ser que me engane.
Era um jogo extremamente importante, porque valia dois pontos [para a ronda principal], mas mesmo assim conseguimos poupar alguns atletas que estavam com algumas mazelas. Contamos com os 20 atletas que temos aqui".
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