Portugal ataca as duas últimas etapas antes do Europeu'2026

Receção a Montenegro e visita à Islândia ditam futuro de qualificação que poderá ser histórica

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José António Silva
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O selecionador feminino, José António Silva chamou, esta segunda-feira, 18 atletas para os dois derradeiros jogos do Grupo 4 de qualificação para o Europeu'2026, havendo a registar o regresso de Mariana Costa, do Benfica, que vai ocupar o lugar de Luana Jesus (Gil Eanes).

Portugal entra em estágio a 6 de abril, para defrontar Montenegro a 9 do mesmo mês, em Matosinhos, e a Islândia a 14, em Hafnarfjordur, numa série muito competitiva, onde a turma dos Balcãs lidera, com 6 pontos, seguida das Ilhas Faroé e Portugal, ambos com 4, e Islândia, 2.

Os dois primeiros de cada um dos grupos e os quatro melhores 3.ºs entre as oito séries qualificam-se para a prova, que decorrerá, entre 3 e 20 de dezembro, com organização de República Checa, Polónia, Roménia, Eslováquia e Turquia, pela primeira vez com cinco países anfitriões.

Portugal tem também a oportunidade inédita de se qualificar para o seu segundo Europeu consecutivo, depois do 22.º lugar em 2024.

O selecionador está confiante no apuramento: "Se o conseguirmos, e acredito que sim, esta presença assume um significado muito relevante. Para além de representar a participação, pela primeira vez, em dois Campeonatos da Europa consecutivos, permitirá também concretizar um dos objetivos estruturais do nosso trabalho: proporcionar às atletas experiência internacional, expô-las aos mais elevados níveis competitivos e criar condições para que se afirmem nos grandes palcos. Dessa forma, poderão ser observadas em contextos de excelência e evoluir de acordo com o potencial que reconhecemos nelas.”

 O técnico analisou a seleção de Montenegro: "Vamos defrontar duas equipas com maior experiência que a nossa e que fizeram recentemente um bom Mundial. Contra Montenegro, 8.ª no último mundial, e que conhecemos bastante bem, esperamos contornar as dificuldades naturais impostas pela diferença de experiência, pelo estatuto e também decorrentes das características antropométricas, que têm constituído os maiores obstáculos nos últimos confrontos. Temos de jogar de forma muito organizada, baseando o jogo na criatividade das nossas atletas, o que nos trará uma maior eficácia nas ações ofensivas e defensivas."

E também tentou encontrar soluções fente à Islândia: "Pratica um tipo de jogo distinto, teremos de ter muita atenção aos duelos individuais que foram uma das maiores dificuldades no nosso primeiro jogo. Para além desse aspeto e como é uma equipa que pratica um andebol baseado na velocidade e nas transições, é imperioso assegurar um equilíbrio nas fases de transição, defesa e ataque.
Como já foi referido anteriormente, independentemente das características e valia das nossas adversárias, entendemos que temos condições para lutar pela vitória, o que abriria caminho para um apuramento importantíssimo para o futuro da nossa seleção.”

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