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A APOPA (Associação Portuguesa de Organizadores de Provas de Atletismo) manifestou a profunda preocupação e oposição aos novos regulamentos de taxas e homologações recentemente implementados pela Federação Portuguesa de Atletismo (FPA). Em causa está a sustentabilidade dos eventos desportivos e a acessibilidade da prática da corrida para o cidadão comum.
O organismo refere que as novas diretrizes introduzem encargos financeiros significativos, com particular incidência sobre os atletas informais — aqueles que correm por lazer e saúde, sem estarem federados". Para a APOPA, taxar a participação destes atletas é criar um "imposto sobre a saúde pública" que afasta os portugueses do desporto.
“O atletismo de estrada em Portugal cresceu graças à paixão dos organizadores e à adesão massiva dos corredores de lazer. Transformar este ecossistema num modelo puramente arrecadatório é um erro estratégico que irá prejudicar o desporto nacional a longo prazo,” afirma a Direção da APOPA, que reafirma o compromisso com a qualidade e segurança das provas, mas exige que as taxas sejam proporcionais e que o foco da Federação regresse à promoção da modalidade e não à criação de barreiras burocráticas.
O organismo apontou os pontos críticos da contestação:
1. Penalização do Atleta Informal: A nova estrutura de taxas administrativas sobre participantes não federados sobrecarrega os orçamentos das provas e, consequentemente, o bolso dos corredores.
2. Custos de Homologação Exorbitantes: As novas exigências para a certificação de percursos tornaram-se incomportáveis para muitos organizadores e clubes locais, ameaçando a continuidade de provas históricas no calendário nacional.
3. Falta de Diálogo: As medidas foram tomadas de forma unilateral, sem considerar a realidade logística e financeira de quem organiza eventos no terreno.
Associação Portuguesa de Organizadores de Provas de Atletismo mostra profunda preocupação
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