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RUI Silva e Fernanda Ribeiro entraram domingo em acção, na segunda jornada do Nacional de Clubes de pista coberta, e a emoção chegou à pista.
Fernanda Ribeiro foi a primeira “vedeta” a dizer presente. Baixou dos nove minutos (8.58,21) aos 3000 metros – prova em que Ana Dias também fez mínimos para os Europeus (9.04,01) – e no final explicou que esta presença não era para repetir: “Foi a única prova de pista coberta do ano. Tinha dito ao clube que estaria sempre disponível quando fosse preciso”. A portista revelou que os seus pensamentos já estão colocados em compromissos mais longos: “Comecei a treinar-me esta semana para a maratona, já estou a fazer preparação bidiária. A perna não me tem dado grandes problemas. Não me dói, mas continuo a fazer tratamento e sinto algum cansaço”. Motivos que a levam a deixar uma mensagem no ar: “Este Inverno, se fosse por mim, não fazia o Mundial de corta-mato, mas não sou eu que mando.”
Já Rui Silva ficou tão surpreso com a marca que alcançou (cortou oito segundos ao anterior recorde de Cândido Maia e obteve o melhor tempo mundial do ano – embora ainda se esteja em início de época – 7.45,27) que se vê forçado a repensar tudo o que está agendado. “Sozinho não contava fazer este tempo. Vinha com intenção de fazer uma boa prova e mínimos para o Europeu, mas só pensava num tempo assim para o próximo dia 6, em Estugarda. Agora não sei o que pensar para essa prova. Até estou apreensivo“. A prestação domingo realizada terá a ver com a forma de Rui Silva encarar as suas provas: “Não gosto de andar na ’ronha’ e de correr só para os pontos. Penso sempre em fazer boa figura. Foi por isso que saí rápido e corri sempre no máximo”. Em autêntico contra-relógio, refira-se.
Outra atleta que se admirou com o seu resultado foi Sónia Carvalho. Bateu o máximo nacional do salto em altura por três vezes – 1,77 m ao primeiro ensaio, 1,80 m ao segundo e 1,82 m também ao segundo – melhorando a marca de Isabel Branco (de 1992) em seis centímetros. Eis as causas da surpresa: “Lesionei-me num estágio que fiz em Madrid e, como fiquei tocada num pé, estive quase um mês sem treinar. Recomecei só há duas semanas e estava com um pouco de receio desta prova, pois era a primeira do ano e também porque acabei a época passada em grande forma”.
A saltadora orientada por Anabela Leite revelou o seu novo objectivo: “Não sonho muito alto. Para já só quero saltar 1,84 m, para entrar na alta-competição. Depois vê-se”.
Destaque ainda para Vítor Jorge com 21,40 aos 200 m, a um centésimo do seu recorde nacional e a seis do mínimo para o Europeu.
Colectivamente, o Sporting continuou a esmagar. Surpresa foi o segundo lugar da equipa masculina do Benfica. As senhoras do JOMA também triunfaram neste campeonato “paralelo”. Ambos por escassa vantagem.
ANTÓNIO FERREIRA
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