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Eliud Kipchoge foi acusado nas redes sociais de ter estado envolvido no acidente que vitimou o recordita mundial da maratona
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Eliud Kipchoge, bicampeão olímpico da maratona, revelou que recebeu várias ameaças depois da morte de Kelvin Kiptum, recordista mundial da maratona, num acidente de viação no Quénia. Nas redes sociais especulava-se que Kipchoge estava envolvido na morte do antigo atleta.
"O que me aconteceu fez-me não confiar em ninguém, nem mesmo na minha própria sombra. Fiquei chocado quando as pessoas nas redes sociais disseram: ‘O Eliud está envolvido na morte", começou por afirmar numa entrevista à BBC.
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"Disseram-me coisas piores, que iam queimar o campo de treino, os meus investimentos na cidade, a minha casa e a minha família. Foi a pior notícia da minha vida", acrescentou.
Eliud Kipchoge mostrou-se preocupado com a segurança da família, principalmente dos filhos: "Não tenho poder para ir à polícia e dizer-lhes que a minha vida está em perigo. A minha preocupação era dizer à minha família para ser especialmente cautelosa. Comecei a telefonar a muita gente. Tenho muito medo pelos meus filhos quando vão e voltam da escola. Tivemos de dizer para pararem de andar de bicicleta porque nunca se sabe o que pode acontecer. A minha filha estava num colégio, o que foi positivo porque não tinha acesso às redes sociais, mas é difícil para os meus filhos ouvirem: ‘O teu pai matou alguém’.
O bicampeão olímpico da maratona confessou ainda que muitos dos seus amigos o abandonaram: "Aprendi que a amizade não é para sempre".
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