Escolha o Record como "Fonte Preferida"
Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.
Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Marchador brasileiro diz que a camisola das águias lhe tem feito muito bem
Seguir Autor:
Caio Bonfim sagrou-se este sábado vice-campeão do mundo dos 35 quilómetros marcha em Tóquio2025, juntando este título à prata nos 20 quilómetros nos Jogos Olímpicos Paris2024, com a sorte que o Benfica lhe deu. A prova foi ganha pelo canadiano Evan Dunfee, em 02:28.22 horas, ao gastar menos 33 segundos do que o marchador brasileiro.
"Desde o dia que me filiei ao Benfica, muitas coisas boas aconteceram. No Brasil, dizemos que deu liga, que deu sorte, mas a verdade é que é uma camisola que me fez muito bem", começou por dizer o primeiro medalhado brasileiro nesta edição dos Mundiais de atletismo, juntando este 'metal' ao bronze na distância mais curta em Londres2017 e Budapeste2023.
O marchador natural de Sobradinho, de 34 anos, fez história para o país sul-americano, com o segundo lugar na prova inaugural dos 20.ºs Mundiais de atletismo, ao gastar mais 33 segundos do que o canadiano Evan Dunfee, primeiro campeão de Tóquio2025.
Instado pela Lusa, na zona mista do Estádio Nacional do Japão, a comentar a importância do clube lisboeta nesta medalha, Caio Bonfim não se poupou a elogios e agradecimentos.
"Agradeço à Ana [Oliveira], com quem estou sempre a conversar. Sem a camisola do Brasil, o meu coração é vermelho e fiquei feliz com a prata nos Jogos Olímpicos e, agora, volto com a prata dos Mundiais, que é também do Benfica e para todos os adeptos do Benfica e da marcha em Portugal, país que tem o João Vieira, com 14 participações", reconheceu.
Relacionadas
Caio Bonfim recuperou algumas das suas memórias relacionadas com Portugal, como a presença do seu pai [João Sena] nos Mundiais Tóquio1991, em que participou Susana Feitor, enumerando outras referências lusas, como Sérgio Vieira, Miguel Carvalho, Miguel Rodrigues, Inês Henriques, e o "professor" Jorge Miguel.
"Eles fazem parte da minha história, ajudaram-me a construir este momento. E também lhes dedico a eles esta medalha. Espero que todos os atletas do Benfica tenham uns grandes Mundiais, iniciámos com o pé direito", vincou.
Os agradecimentos estenderam-se a toda a estrutura olímpica, do atletismo e da marcha do emblema 'encarnado', culminando, de forma algo surpreendente, com uma expressão típica dos adeptos benfiquistas: "Obrigado a todos, estou muito feliz por representar o Benfica mais uma vez e por conseguir mais uma medalha. No Brasil, dizemos que é ter pé quente. Já em Portugal, os adeptos costumam dizer: Carrega, Benfica!".
O marchador brasileiro, que também vai alinhar na prova dos 20 quilómetros de Tóquio2025, marcada para 20 de setembro, foi apresentado como reforço da equipa de atletismo do Benfica no dia em que conquistou a medalha de prata em Paris2024, integrando o projeto do clube português até aos Jogos Los Angeles2028.
Japonês Jo Fukuda e a holandesa Mikky Keetels quebraram máximos de distância
Considera ter havido "o saneamento da voz crítica"
Líder da UAE Emirates foi um dos envolvidos no sábado na grave queda que aconteceu a uns 23 quilómetros da meta
Evento levou mais de 2.000 atletas oriundos de 62 países à zona Centro
Médio marcou e... o AEK sagrou-se campeão da Grécia pela 14.ª vez
Médio português marcou nos descontos para garantir o triunfo (2-1) sobre o Panathinaikos
Com a eliminação do Bayern Munique, resta à Alemanha o Friburgo
Sp. Braga foi o grande impulsionador e na próxima época Portugal vai tirar ainda mais dividendos, pois França (5.º) e Holanda (7.º) irão perder os muitos pontos somados em 2021/22