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Ugandês prometeu e cumpriu, tirando um segundo à marca do lendário etíope
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O atletismo está mesmo de volta. Depois de uma paragem forçada devido à pandemia de Covid-19, e ainda com muitos condicionalismos, esta sexta-feira algumas das principais figuras reuniram-se num meeting da Liga de Diamante que prometia muito e que cumpriu por completo.
O primeiro grande destaque vai mesmo para um novo recorde mundial. O autor da proeza foi o ugandês Joshua Cheptegei, que conseguiu melhorar em quase dois segundos o máximo histórico de Kenenisa Bekele nos 5000 metros, um registo que até então parecia e era até visto como impossível de bater. Cheptegei teve outras ideias e, com uma prova imaculada, cravou o cronómetro nos 12:35.36, superando assim os anteriores 12:37.35 de Bekele, que já tinham 16 anos. Para lá do recorde de Cheptegei, o Mónaco viu ainda serem fixados mais cinco recordes pessoais nesta mesma prova dos 5000 metros, incluíndo um novo máximo nacional da Holanda (por Mike Foppen, 13:13:06).
Nota ainda para os 1500 metros masculinos, ganhos como esperado pelo queniano Timothy Cheruiyot (3:28.45), mas marcados essencialmente pelo novo recorde europeu fixado por Jakob Ingebrigtsen (3:28:68), que desta forma tira Mo Farah do topo desta lista particular.
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Ao que tudo indica, caso estará relacionado com uma disputa familiar